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Medalhista olímpico realizará Curso Internacional de Handebol de quinta-feira (17) a sábado (19)

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O espanhol Jorge Dueñas chegou ao Brasil para iniciar o trabalho como novo técnico da Seleção Feminina de Handebol. Antes, porém, ele realizará o Curso Internacional de Handebol, voltado a professores e treinadores brasileiros. Goiânia é a primeira cidade a receber as atividades e já vive a expectativa com a programação, que vai de quinta-feira (17) a sábado (19).

Segundo Junio de Souza, presidente da Federação Goiana de Handebol, todos estão ansiosos para o curso. “A vinda do Dueñas vai ser excelente. A movimentação e a expectativa estão grandes. Vamos aprender e ver as ideias dele para a Seleção Feminina, e as atletas também estão animadas para, quem sabe, conseguirem uma vaga lá na frente. Esperamos que esse momento dê um upgrade nas equipes, que fiquem ainda mais animadas, porque nós estamos fazendo muitas coisas e isso tem ajudado. Acabamos de concluir a Conferência Centro-Oeste da Liga Nacional e estamos com uma equipe no masculino e outra no feminino classificadas para a segunda fase. Vamos fazer cada vez mais as coisas com qualidade e esse curso será a cereja do bolo para nós”, disse Junio.

O conteúdo prático e teórico aborda fundamentos como a defesa, o papel do pivô, inferioridade numérica, sistemas de ataque, entre outros. “Durante o curso, apresentarei algumas das minhas ideias de jogo que irei realizar com a Seleção. São ideias defensivas mais ativas, ideias ofensivas de jogo mais dinâmico, uma metodologia de ensino na formação de jogadoras e novas tendências de jogo de ataque e defesa”, explicou o técnico medalhista olímpico.

As explicações técnicas contarão com a participação de atletas, indicadas pelos clubes e pela federação local. Com isso, o treinador terá também a oportunidade para observar jogadoras que podem futuramente integrar a Seleção.

Em Goiânia, as vagas já foram preenchidas. Ao todo, 69 professores se inscreveram e outras 24 atletas também vão participar. Nos três dias, a programação será dividida em dois períodos. Pela manhã, as atividades iniciam às 8h30 e vão até às 12h, depois ocorre a pausa para o almoço, e as aulas retornam à tarde, das 14h30 às 18h30.

Depois de Goiânia, Dueñas realizará o curso em Florianópolis (SC), de 21 a 23 de agosto, Manaus (AM), de 25 a 27, e Maceió (AL), de 29 a 31. Cada curso terá duração de três dias, e os professores que tiverem interesse em participar podem fazer inscrição nas federações de cada estado.

Serviço
Curso Internacional de Handebol
Data: 17 a 19 de agosto
Local: Centro de Excelência
Av. Parananiba, s/n – Centro – Goiânia (GO)

Contatos
FEDERAÇÃO GOIANA DE HANDEBOL
Rua 74 n° 193 – Centro
74045-020 Goiânia/GO
Tel/Fax (62) 3213.6072 / 3224.2019 / 3203.1895
contato@handebolgoiano.com.br

FEDERAÇÃO CATARINENSE DE HANDEBOL
Rua: Júlio Boppré, nº 2326 Oficinas
88702-360 Tubarão / SC
Tel/Fax: 48-3622-6275/9947.3290 / 8427.1770
fchb@fchb.com.br – www.fchb.com.br

LIGA DE HANDEBOL DO AMAZONAS
Av. Constantino Nery nº 130 – Sala 103 – Ginásio Renée Monteiro – Bairro São Geraldo
69010-000 Manaus/AM
Tel: ( 92) 99335.3686
ligadehandeboldoamazonas@gmail.com

FEDERAÇÃO ALAGOANA DE HANDEBOL
Av. Siqueira Campos s/n Estádio Rei Pelé, sl. 48 Térreo – Trapichão
57010-645 Maceió/AL
Tel/Fax: (82) 99630-1000
alagoashandebol@yahoo.com.br – www.alagoashandebol.com.br

O Brasil ainda comemora o décimo título pan-americano no handebol feminino, conquistado no domingo (25), mas já precisa pensar no passo seguinte. Nesta terça-feira (27) foram definidos os grupos do Mundial deste ano, disputado em dezembro, na Alemanha, e a Seleção campeã em 2013 já sabe quem irá enfrentar na primeira fase. As brasileiras estarão na chave C, com sede em Oldenburg, e jogam com Dinamarca, Rússia, Montenegro, Japão e Tunísia.

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Jorge Dueñas comandará a equipe no Mundial (Cinara Piccolo/Photo&Grafia )

É certo que o Brasil irá enfrentar adversários de muita tradição na modalidade já na primeira fase, como a Rússia, atual campeã olímpica, e a Dinamarca, um dos países berço do esporte. Os dois devem ser os oponentes mais complicados para a equipe, segundo Jorge Dueñas, técnico espanhol que irá assumir a equipe brasileira e estará no comando durante o Mundial. “É um grupo forte com Rússia e Dinamarca. Montenegro também é uma boa equipe, que se renovou. Contra o Japão a dificuldade é a velocidade com que jogam e a Tunísia é uma equipe mais frágil.”

Em caso de classificação para as oitavas, o grupo C cruza com o D, que joga em Leipzig e é composto por Holanda, Alemanha, Sérvia, Coreia do Sul, China e Camarões. “O grupo D traz grande dificuldade se jogarmos com Alemanha ou Holanda”, completou Dueñas que acompanhou à distância o desempenho da equipe nacional no Pan-Americano da Argentina. “O Brasil jogou muito bem, com uma boa defesa e um grande ataque.”

No grupo A, em Trier, ficaram França, Romênia, Espanha, Eslovênia, Angola e Paraguai. Já na chave D, com sede em Bietigheim-Bissigen, estão Noruega, Suécia, República Tcheca, Hungria, Argentina e Polônia.

Estão definidos os quatro grupos do Campeonato Mundial Feminino de Handebol, que será disputado em dezembro na Alemanha. O Brasil caiu na chave C, ao lado de Dinamarca, Montenegro, Tunísia, Rússia e Japão.

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É ouro! Vinte anos após o primeiro título, o Brasil conquistou, neste domingo (25), seu décimo troféu do Campeonato Pan-Americano Feminino Adulto de Handebol. E o gosto foi especial. A seleção derrotou a Argentina por 38 a 20 (18 a 8 no primeiro tempo) na casa das adversárias, em Buenos Aires, no ginásio Sociedad Alemana de Gimnasia de Villa Ballester.

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A medalha, alcançada com seis vitórias em seis jogos (EUA, Colômbia, Paraguai e Porto Rico na fase de grupos e Uruguai na semifinal, além da Argentina), vem para consolidar esse momento de renovação da equipe brasileira. O time que competiu no Pan conta com atletas campeãs mundiais em 2013 e jovens talentos, que prometem continuar dando muitas alegrias para seu País. O treinador Sérgio Graciano comemorou a conquista.

“Muito feliz. Quem acompanha o handebol feminino, já pôde notar alguma mudança. São meninas muito experientes, que vieram querendo ganhar esse título. Mas elas compraram a ideia de uma filosofia nova, diferente… nem melhor, nem pior..só diferente. Jogaram bem soltas e determinadas. Defensivamente, foram monstras. Ninguém entrou na linha de 9 metros sem ter contato. Absorveram muito rápido o que a comissão técnica pediu.”

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Capitã, a goleira Babi elogiou as companheiras. “Algumas pessoas duvidaram de como seria esse grupo. Estou muito feliz. Todas tiveram seu tempo em quadra, mostramos que temos muito potencial para chegar longe. O trabalho foi como tinha que ser e o título é muito merecido.”

O jogo

As brasileiras não deram chances às rivais desde os segundos iniciais. O primeiro ataque argentino parou na defesa do Brasil. Babi saiu com a bola em velocidade, lançando direto para a ponta Samira abrir o placar. Com dificuldade para atacar, as donas da casa não conseguiam usar as pontas, forçavam pelo meio e erravam arremessos em sequência.

Do outro lado, o Brasil roubava as bolas e saia em contra-ataques rápidos. Ana Paula, muito bem no jogo, encontrava espacços onde não tinha e ultrapassava a forte marcação. Deonise fez o primeiro gol do segundo tempo e Jéssica substituiu Babi no gol, mantendo o ótimo desempenho da companheira, com uma defesa atrás da outra.

Quatro jogadoras do Brasil foram escolhidas para a seleção do torneio: Babi, Duda, Jéssica Quintino e Samira, que também ganhou o troféu de melhor jogadora. E Babi protagonizou um momento emocionante: cedeu seu prêmio de melhor goleira à companheira de traves Jéssica. “Para mim, foi uma competição difícil, fisicamente. E ela, quando precisou, defendeu muito. Dei meu lugar na premiação porque não acho que a melhor fui eu.”

Gols do Brasil: Samira Rocha (6); Tamires Araújo (2); Ana Paula (6); Jéssica Quintino (3); Tamires Costa (1); Duda (artilheira do jogo, com 7); Amanda Caetano (2); Mayra Fier (1); Dayane Pires (2); Deonise (5); Mariana Costa (2); Patrícia Silva (1). 

20 anos atrás…

Esse caminho de ouro no torneio continental começou a ser trilhado em 1997. Naquele ano, depois de três bronzes, o Brasil conquistou seu primeiro título no Campeonato Pan-Americano Feminino Adulto de Handebol, na edição disputada em casa, em Poços de Calda (Minas Gerais).

Zezé Sales, uma das maiores jogadoras de handebol do Brasil na história, estava na equipe que levantou o troféu há 20 anos. Hoje, é integrante do Comitê Esportivo de Apoio ao Conselho de Administração da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), representando a categoria dos ex-atletas. Ainda vive do handebol e, agora, se emociona com mais esta conquista de seu País.

Fico muito feliz vendo, hoje, o quanto o handebol brasileiro cresceu. Plantar é muito importante, mas regar e fazer o melhor para colher é ainda mais. É uma emoção maravilhosa relembrar momentos marcantes e comemorar o título de hoje. Ainda vivo do handebol e sinto todos como se fossem meus”, comemorou a ex-armadora.

O Brasil tem domínio absoluto na história do Pan-Americano, que teve sua primeira edição disputada em 1986. Além dos dez títulos, tem, também, uma medalha de prata e três de bronze, enquanto a Argentina conquistou apenas um ouro no torneio continental até hoje e soma, agora, seis pratas pratas e dois bronzes.

Serão disputadas neste sábado (24) as semifinais do Campeonato Pan-Americano Feminino de Handebol, e o Brasil enfrenta o Uruguai às 16h. Mais do que o título, o torneio continental dá aos três melhores países vagas no Mundial da Alemanha, em dezembro. Por isso, o duelo vale muito.

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A Seleção chega às semifinais invicta, tendo conquistado quatro vitórias em quatro jogos na fase de grupo (Estados Unidos, Colômbia, Paraguai e Porto Rico). Como líder do grupo A, vai enfrentar as uruguaias, que terminaram em segundo na chave B depois de terem perdido para a Argentina na última rodada.

O treinador do Brasil, Sérgio Graciano, espera por um confronto complicado e já está preparado para enfrentar um adversário que tem um grupo entrosado. “É um time bem organizado, que treina junto há muito tempo. E, somado a isso, destaco o reforço que o Uruguai ganhou com uma jogadora que está na Espanha desde os 14 anos e agora foi descoberta. É boa chutadora e boa dribladora.”

Pensando nas principais qualidades das uruguaias, o técnico sabe quais as armas que a Seleção Brasileira precisará usar. “Elas têm muitas variações defensivas (6-0 e 3-3) e são muito eficientes nisso. Precisamos saber como sair desse tipo de marcação, trabalhar coletivamente, com mais amplitude. E se elas vierem com uma defesa mais alta, temos que saber trabalhar bem sem a bola.”

Graciano também destacou o ponto forte do Brasil e o significado que esse troféu terá. “Hoje, temos mais marcadoras centrais do que tínhamos até o ano passado, de três para pelo menos seis. É uma equipe renovada e que terá no título um passo importante na consolidação desse início de trabalho.”

Resultados:

Domingo (18)
Paraguai 35 x 17 Colômbia
Chile 33 x 11 República Dominicana
Argentina 43 x 14 Guatemala
Brasil 42 x 10 Estados Unidos

Segunda-feira (19)
13h30 – Estados Unidos 25 x 29 Porto Rico
15h30 – Guatemala 12 x 39 Uruguai
18h – República Dominicana 9 x 43 Argentina
20h – Colômbia 12 x 46 Brasil

Terça-feira (20)
13h30 – Uruguai 31 x 23 República Dominicana
15h30 – Colômbia 21 x 30 Porto Rico
18h – Chile 19 x 26 Argentina
20h – Paraguai 15 x 29 Brasil

Quarta-feira (21)
13h – República Dominicana 31 x 17 Guatemala
15h – Estados Unidos 31 x 17 Colômbia
17h – Paraguai 28 x 24 Porto Rico
19h – Uruguai 26 x 17 Chile

Quinta-feira (22)
14h30 – Paraguai 29 x 25 Estados Unidos
16h30 – Chile 31 x 25 Guatemala
19h – Brasil 40 x 15 Porto Rico
21h – Argentina 29 x 17 Uruguai

Programação:

Sábado (24)
16h – Brasil x Uruguai – semifinal
18h – Argentina x Paraguai – semifinal

Domingo (24)
Disputa pelo terceiro lugar
Final
*horários ainda não definidos

Quatro vitórias em quatro partidas. O Brasil encerrou com 100% de aproveitamento a primeira fase do Campeonato Pan-Americano Feminino Adulto de Handebol e na liderança do grupo A. Depois de passar por Estados Unidos, Colômbia e Paraguai, a seleção goleou Porto Rico nesta quinta-feira (22) por 40 a 15 (17 a 5 no primeiro tempo). Agora, espera a definição do adversário que vai enfrentar na semifinal, no sábado (24).

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O Brasil começou e terminou bem o confronto. Abriu 4 a 0 no placar e só levou o primeiro gol quando o relógio já marcava seis minutos. A central Mayara comandou as jogadas no primeiro tempo. A defesa, mais uma vez, foi eficiente e impediu os ataques das portorriquenhas pelo meio. A ponta-direita funcionou muito bem com Mariana Costa.

“Fizemos duas parciais muito boas, de novo conseguindo diminuir a quantidade de gols tomados na segunda. Tivemos bom nível de concentração e conseguimos anular o ponto forte delas: hoje, era pra termos mais trabalho no um contra um do que na partida contra o Paraguai porque (Porto Rico) tem jogadoras fortes fisicamente, mas soubemos adiantar a marcação”, analisou o treinador da seleção, Sérgio Graciano.

A armadora Duda elogiou a equipe e alertou para uma falha que, em sua opinião, precisa ser corrigida na fase final. “Nossa defesa, como sempre, está muito forte, ativa, como o técnico pede. E na frente, nossas pontas estão muito bem. A única coisa é que precisamos saber jogar bem coletivamente em jogos difícieis porque quando complica, queremos partir para o individual.”

O Brasil fechou a fase de grupos na liderança do grupo A com oito pontos, seguido pelo Paraguai, que conquistou seis. Os dois países se classificaram para as semifinais e, agora, esperam o duelo entre Argentina e Uruguai, nesta noite, pela chave B, para definir os confrontos – argentinas e uruguaias estão empatadas com seis pontos. As brasileiras vão enfrentar na semi quem terminar na segunda colocação do grupo B.

Gols do Brasil: Bruna de Paula (1); Samira Rocha (5); Tamires Araújo (5); Ana Paula (3); Jéssica Quintino (5); Tamires Costa (2); Amanda Caetano (3); Dayane Pires (5); Deonise Fachinello (1); Marian Costa (artilheira da partida, com sete gols); e Patrícia Silva (3).

Resultados:

Domingo (18)
Paraguai 35 x 17 Colômbia
Chile 33 x 11 República Dominicana
Argentina 43 x 14 Guatemala
Brasil 42 x 10 Estados Unidos

Segunda-feira (19)
13h30 – Estados Unidos 25 x 29 Porto Rico
15h30 – Guatemala 12 x 39 Uruguai
18h – República Dominicana 9 x 43 Argentina
20h – Colômbia 12 x 46 Brasil

Terça-feira (20)
13h30 – Uruguai 31 x 23 República Dominicana
15h30 – Colômbia 21 x 30 Porto Rico
18h – Chile 19 x 26 Argentina
20h – Paraguai 15 x 29 Brasil

Quarta-feira (21)
13h – República Dominicana 31 x 17 Guatemala
15h – Estados Unidos 31 x 17 Colômbia
17h – Paraguai 28 x 24 Porto Rico
19h – Uruguai 26 x 17 Chile

Quinta-feira (22)
14h30 – Paraguai 29 x 25 Estados Unidos
16h30 – Chile 31 x 25 Guatemala
19h – Brasil 40 x 15 Porto Rico
21h – Argentina x Uruguai

Programação:

Sábado (24)
16h – semifinal 1: 1º grupo A/Brasil x 2º grupo B
18h – semifinal 2: 1º grupo B x 2º grupo A/Paraguai

Domingo (24)
Disputa pelo terceiro lugar
Final
*horários ainda não definidos

A seleção brasileira feminina adulta de handebol está nas semifinais do Campeonato Pan-Americano, que está sendo disputado em Buenos Aires, na Argentina. A equipe conquistou sua terceira vitória em três jogos nesta terça-feira (20), desta vez contra o Paraguai, por 29 a 15 (13 a 12 no primeiro tempo), e garantiu a vaga. O próximo desafio será enfrentar Porto Rico, na quinta-feira (22), às 19h, para encerrar a primeira fase.

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O Brasil soma, agora, seis pontos e está na liderança isolada do grupo A. As segundas colocadas são as porto-riquenhas, com quatro. O Paraguai está em terceiro, com dois. Estados Unidos e Colômbia ainda não ponturaram. Na chave B, a Argentina lidera, seguida por Uruguai, Chile, Guatemala e República Dominicana. As duas melhores seleções de cada lado se classificam para as semifinais. Os três primeiros colocados no Pan garantem vaga no Mundial da Alemanha, em dezembro.

Jogo

As paraguaias começaram melhores na partida, com uma movimentação que dificultou a marcação. Conseguiram lances de sete metros e abriram 4 a 1 no placar nos primeiros sete minutos. Do outro lado, a central Ana Paula protagonizava os principais lances a favor do Brasil, dando trabalho às adversárias. A seleção corrigiu erros de passe e foi para o intervalo vencendo por 13 a 12.

O segundo tempo foi bem diferente. As brasileiras, atuais campeãs do Pan-Americano, deram poucas chances às rivais. Os contra-ataques em velocidade voltaram a funcionar e logo a equipe nacional abriu seis gols de diferença. A goleira Jéssica, que chegou a entrar no lugar da Babi no primeiro tempo, jogou nos 30 minutos finais e também contribuiu muito para a vitória.

Sérgio Graciano, técnico da seleção, destacou o poder de superação da equipe. “É um grupo maduro, com jogadoras acostumadas a esse tipo de situação em seus clubes e na seleção também. Sabíamos que se encaixássemos a defesa íamos superar as dificuldades. Elas foram frias e conseguiram reverter. O time do Paraguai é muito rápido, menor que o nosso. Coloquei uma defesa mais leve e voltamos a jogar como é para ser.”

A pivô Tamires Morena analisou o confronto. “No primeiro tempo, não tivemos paciência na defesa; quisemos antecipar as jogdas e acabamos perdendo no um contra um. Depois, nos ajudamos mais no meio, com profundidade, sem esperar a adversária nos seis metros. Passamos a finalizar com mais tranquilidade.”

Gols do Brasil: Bruna de Paula (1); Samira Rocha (5); Dani Joia (1); Tamires Araújo (2); Ana Paula (2); Jéssica Quintino (artilheira do jogo, com 8); Tamires Costa (2); Duda (2); Amanda Caetano (1); Mayara (1); Dayane (1); Deonise (3).

Resultados:

Domingo (18)
Paraguai 35 x 17 Colômbia
Chile 33 x 11 República Dominicana
Argentina 43 x 14 Guatemala
Brasil 42 x 10 Estados Unidos

Segunda-feira (19)
13h30 – Estados Unidos 25 x 29 Porto Rico
15h30 – Guatemala 12 x 39 Uruguai
18h – República Dominicana 9 x 43 Argentina
20h – Colômbia 12 x 46 Brasil

Terça-feira (20)
13h30 – Uruguai 31 x 23 República Dominicana
15h30 – Colômbia 21 x 30 Porto Rico
18h – Chile 19 x 26 Argentina
20h – Paraguai 15 x 29 Brasil

Programação:

Quarta-feira (21)
13h – República Dominicana x Guatemala
15h – Estados Unidos x Colômbia
17h – Paraguai x Porto Rico
19h – Uruguai x Chile

Quinta-feira (22)
14h30 – Paraguai x Estados Unidos
16h30 – Chile x Guatemala
19h – Brasil x Porto Rico
21h – Argentina x Uruguai

Sábado (24)
Semifinais

Domingo (25)
Finais