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244165_470279_braxcro_15No próximo dia 15 de março acontece o sorteio das chaves para os torneios de handebol masculino e feminino dos Jogos Pan Americanos de Toronto, que acontecem em julho deste ano.

A definição dos grupos se dará um dia depois da confirmação da última seleção classificada no naipe masculino. No dia 14 de março, EUA e Uruguai se enfrentam e o vencedor garante vaga no Pan.

O sorteio será realizado em Montevidéu, no Uruguai.

Morten Soubak, técnico da seleção brasileira feminina

Morten Soubak, técnico da seleção brasileira feminina

Visando a renovação da Seleção Brasileira Feminina de Handebol, o técnico Morten Soubak levou para um torneio amistoso, em formato quadrangular, um selecionado recheado de novatas. O torneio, realizado no último fim de semana em Luanda, Angola, reuniu Brasil, Portugal, Angola, e a chamada Angola “B”, ou seja, as reservas angolanas.

Deborah Hannah, central está de volta à seleção brasileira depois de recuperar-se de uma contusão no joelho

Deborah Hannah, central está de volta à seleção brasileira depois de recuperar-se de uma contusão no joelho

O Brasil não foi tão bem quanto o esperado e teve dificuldades nos confrontos. Na sexta-feira, 27/02, o Brasil foi superado por Portugal por 26 a 25.

Já no sábado, 28/02, as Brasileiras enfrentaram o time “B” de Angola, e aí sim venceram com certa tranqüilidade, 30 a 25.

No domingo, 01/03, o Brasil foi atropelado pela forte seleção de Angola, e acabou derrotado por 22 a 14.

Patrícia Batista, armadora foi uma das novidades na convocação de Morten Soubak

Patrícia Batista, armadora foi uma das novidades na convocação de Morten Soubak

Apesar dos resultados negativos, o técnico Morten Soubak achou válida a experiência internacional para as novatas, como forma de dar rodagem a estas jogadoras que em breve substituirão a geração Campeã do Mundo de 2013.

Este ano a Seleção Brasileira Feminina de Handebol tem como compromissos o Campeonato Pan-Americano Feminino, os Jogos Pan Americanos de Toronto (Canadá), e o Campeonato Mundial, que acontece em dezembro na Dinamarca.

Eduarda Amorim

Eduarda Amorim

Da Assessoria da CBHb

O dia 25 de fevereiro de 2015 ficará para sempre na memória da armadora esquerda Eduarda Amorim e na história do handebol brasileiro. A jogadora foi eleita a melhor atleta do Mundo no ano de 2014 em eleição promovida pela Federação Internacional da modalidade, o prêmio máximo que um atleta do esporte pode receber.

Esta é a segunda vez que o Brasil aparece no topo da premiação. Em 2012, a ponta direita Alexandra Nascimento faturou o prêmio.

A eleição teve duas fases. Na primeira, um júri composto por experts e técnicos das cinco Seleções melhores colocadas no Mundial de 2013 indicou cinco atletas que concorreram em votação aberta para o público e a imprensa no site da entidade.

A atleta da Seleção Brasileira e do Gyor Audi ETO, da Hungria, ficou com 35,2% dos votos. As adversárias eram todas europeias. Na segunda colocação ficou a romena Cristina Neagu, com 25,8%, e a terceira a norueguesa Heide Loke, com 16,8%. Além delas, também concorreram a sueca Isabelle Gulldén e a espanhola Marta Mangue.

Quando recebeu a notícia nesta quarta-feira (25), Duda ficou muito emocionada e quis imediatamente contar a novidade ao marido Dean Taleski, que está com ela em São Paulo (SP) para o tratamento da lesão no joelho sofrida pela atleta no ano passado.

Duda em entrevista coletiva realizada na tarde da última quarta-feira

Duda em entrevista coletiva realizada na tarde da última quarta-feira

“É muito gostoso receber esse prêmio. Me sinto extremamente realizada. Desde que comecei minha carreira, sempre quis ser a melhor armadora esquerda e trabalhei muito para isso, mas a melhor do Mundo é algo que nunca sonhei”, confessou, sem conseguir conter o sorriso.
Duda se sentiu também muito querida, afinal, durante a semana passada, período em que a votação estava aberta, a campanha no Brasil em redes sociais foi enorme, além da repercussão na imprensa. “Fico muito grata pelo apoio que o público brasileiro me deu durante esses dias. Foi uma mobilização geral. Fico muito feliz por ver o reconhecimento pelo meu trabalho”, acrescentou a atleta natural de Blumenau (SC).

Sobre a importância da premiação individual para o handebol brasileiro como um todo, Duda não nega que o prestígio aumenta cada vez mais. “Esse é mais um passo. A Alexandra já conquistou o título primeiro. É uma excelente jogadora. Acho que com isso, nós acabamos servindo um pouco de exemplo. Abre caminho pro esporte ser ainda mais popular no País. Traz muita coisa positiva. O handebol brasileiro está se fortificando cada vez mais lá fora. Isso ajuda, traz mais respeito. Antes, muitas equipes nos subestimavam. Agora não. Isso é muito bom porque temos muito mais jogos de nível e as atletas brasileiras também ganham com isso”, comentou.

Receber o prêmio pela segunda vez, é algo com importância imensurável para o handebol brasileiro, conforme afirma o presidente da Confederação Brasileira de Handebol, Manoel Luiz Oliveira. “Essa premiação significa muito para o handebol no Brasil. Vem para coroar mais uma vez uma fase muito próspera para o nosso esporte. A Duda é uma atleta excepcional, extremamente dedicada e de um imenso talento. Fico também muito grato pelo apoio do público que a elegeu.”

Duda está confiante na recuperação

Duda está confiante na recuperação

Da assessoria da CBHb

A armadora esquerda Eduarda Amorim, a Duda, e a central Mayara Moura, campeãs Mundiais com a Seleção Feminina de Handebol em 2013, estão tirando de letra o tratamento das lesões que sofreram no final do ano passado.

Duda rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo no jogo entre Brasil e Tunísia, no Torneio Internacional da Espanha, em novembro.

Já Mayara, teve a mesma contusão, mas no joelho direito, durante treino da sua equipe na Dinamarca, o NFH, em dezembro.

O objetivo agora é estarem 100% o mais breve possível e ajudar o Brasil nas importantes disputas marcadas para este ano, inclusive defender o título mundial em dezembro, na Dinamarca.

Mesmo na fase inicial do tratamento, que está sendo feito no Brasil, as atletas já estão animadas com os resultados obtidos. “Fiz a cirurgia há dois meses e está indo tudo bem. Cada dia evoluindo um pouco mais. Temos que ter confiança para ‘utilizar’ o joelho e paciência para voltar às quadras. Também estamos com o importante suporte da Confederação, com a Marina Calister (fisioterapeuta), a Julia Bargieri (nutricionista) e o Morten Soubak (treinador), além dos patrocinadores”, afirmou Duda, que concorre até esta sexta-feira (20) ao título de melhor jogadora do Mundo em 2014, promovido pela Federação Internacional de Handebol.

Mayara quer estar 100% para o Mundial da Dinamarca

Mayara quer estar 100% para o Mundial da Dinamarca

Mayara está em uma fase mais delicada, pois a cirurgia tem menos tempo. “Minha operação é mais recente, tem menos de um mês. É uma fase mais delicada e demorada. Tem que ter muita paciência, mas é legal ver a evolução nos movimentos a cada dia de fisioterapia. Dá mais vontade para me recuperar bem e estar 100% para fazer parte da Seleção em um próximo evento”, disse a central.

Amigas de longa data, as atletas fazem do companheirismo outro fator importante para o tratamento. Elas estão se recuperando na mesma clínica em São Paulo (SP) e sempre se encontram na fisioterapia. “É bom ter uma companhia para conversar, quando uma está mais para baixo a outra dá força. Somos amigas desde a Seleção Júnior e sempre companheiras de quarto quando estamos na Seleção Adulta”, contou Duda.

Mayara completa. “A Duda tem mais tempo de recuperação e me auxilia com algumas dicas do que é melhor fazer. Nos divertimos na fisioterapia e isso é uma força a mais para nos recuperarmos. Estamos entrosadas até na fisioterapia”, brincou.

O tempo de recuperação previsto é entre seis a oito meses, mas elas já projetam retornar às quadras no segundo semestre para estarem em plenas condições de defender o título do Brasil no Campeonato Mundial Feminino da Dinamarca, em dezembro.

Se possível, as duas gostariam de representar o País nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, em julho. “Se nos Jogos Pan-Americanos, estivermos nos sentindo confiantes, e o Morten nos convocar, estaremos preparadas. Caso contrário, temos que focar na próxima temporada europeia (com início no segundo semestre) e estarmos inteiras para o Mundial, que é o nosso maior objetivo. Não precisamos correr nenhum tipo de risco antes disso”, declarou a armadora esquerda.

A central Mayara afirma que é preciso ter muita cautela. “Cada corpo tem um tempo de recuperação, mas o objetivo é voltar 100%, não adianta retornar se não estivermos prontas. Estamos dando um passo de cada vez. Lá na frente, quando estivermos em condições de jogar, vamos estar totalmente preparadas para isso”, finalizou a paranaense.

Amanda Andrade, armadora

Amanda Andrade, armadora

O ano vai começar definitivamente para a Seleção Feminina de Handebol. Um grupo de 16 atletas terá, já na próxima quarta-feira (25), o primeiro desafio de 2015: um torneio amistoso em Angola, contra as Seleções A e B do País, além de Portugal.

Já de olho na renovação da equipe, o treinador convocou um grupo com a maioria de atletas jovens, que atuam em clubes brasileiros. Uma oportunidade também para fazer uma grande avaliação dos novos talentos que irão substituir nomes já consagrados da equipe campeã mundial no futuro.

O técnico Morten Soubak acredita que será um período muito proveitoso e importante para o crescimento das atletas. “Esta não é uma etapa para pensarmos em resultados, mas sim no desenvolvimento de cada atleta e também o momento ideal para que elas possam entender bem o trabalho que é realizado na Seleção. O que me deixa muito feliz é poder oferecer jogos internacionais para esse grupo, que irá sentir a responsabilidade em defender a Seleção”, comentou o treinador bastante otimista.

Morten Soubak diz que será bom desafio

Morten Soubak diz que será bom desafio

Morten acredita que este será um bom teste já no início da temporada, pois a equipe africana, principalmente, tem tido um crescimento significativo e se prepara para disputar o torneio Pré-Olímpico em março.

“Angola é uma equipe experiente, que irá jogar a classificação para os Jogos Olímpicos do Rio e, por isso, está se preparando muito bem. O que irá nos atrapalhar um pouco é que essas atletas convocadas estavam de férias, após o fim dos campeonatos nacionais no ano passado. Estão há um bom tempo sem treinar. Então, vamos ter que ir devagar, fazer treinos não muito duros para respeitar o retorno delas. Mas, estou animado para esta fase”, acrescentou.

Isabella Ansolin foi a melhor atleta da Liga Nacional

Isabella Ansolin foi a melhor atleta da Liga Nacional

A central Isabella Ansolin foi um dos grandes destaques da temporada 2015 da Liga Nacional, sendo a artilheira da fase final e eleita a melhor atleta. Mesmo com passagens anteriormente pela Seleção, ela acredita que esta será uma oportunidade ainda mais importante.

“É muito gratificante, poder ser novamente convocada a representar a Seleção. Para mim, é um reconhecimento do trabalho que vem dando certo. E agora, com essa oportunidade, acho que todas as jogadoras tem que se comprometer ao máximo e mostrar do que são capazes. Temos que mostrar nosso potencial e cumprir com as expectativas da comissão técnica e representar muito bem o Brasil.”

Célia Costa, ponta

Célia Costa, ponta

Morten também irá contar com algumas atletas que têm sido presença constante nas convocações, como, por exemplo, as duas campeãs mundiais, Amanda Andrade e Deborah Hannah, além da ponta direita Célia Costa e a goleira Jéssica Oliveira.

Este ano, a Seleção Feminina tem a agenda cheia, com a disputa do Pan-Americano da modalidade, em maio, em Cuba, os Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, e o Mundial da Dinamarca, em dezembro.

Seleção Brasileira Feminina

Goleiras – Gabriela Gonçalves Dias Moreschi (Liga Itapeviense de Handebol-SP) e Jéssica Silva de Oliveira (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

Armadoras – Amanda Claudino de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Lígia Costa Maia da Silva (Apahand/UCS/Fátima Saúde-RS), Patrícia Batista da Silva Parolin (Vila Olímpica Manoel Tubino/FAB-RJ) e Samara da Silva Vieira (Apahand/UCS/Fátima Saúde-RS).

Centrais – Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP), Francielle Gomes da Rocha (Hyppo Nö-Áustria) e Isabella Maria Araldi Ansolin (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

Pontas – Bárbara Buratto Brocardo (Metodista/São Bernardo-SP), Célia Janete Costa Coppi (Metodista/São Bernardo-SP), Daise de Oliveira Sousa (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Dayane Pires da Rocha (Vila Olímpica Manoel Tubino/FAB-RJ) e Larissa Fais Munhoz Araújo (Apahand/UCS/Fátima Saúde-RS).

Pivôs – Isaura Fernanda de Almeida Menin (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC) e Lívia Martins Horácio (Metodista/São Bernardo-SP).

Comissão técnica

Supervisora: Rita Orsi
Técnico: Morten Soubak
Assistente técnico: Alex Aprile
Médica: Pauline Buckley Bittencourt Silva
Preparadora física: Aparecida Rocha
Fisioterapeuta: Marina Calister
Psicóloga: Alessandra Dutra
Nutricionista: Júlia do Valle Bargieri

207993_361362_dudaDepois da eleição da ponta direita Alexandra Nascimento como a melhor atleta do Mundo em 2012, desta vez, a armadora esquerda Eduarda Amorim, a Duda, foi indicada ao prêmio promovido pela Federação Internacional de Handebol (IHF), que escolherá a melhor de 2014.

A jogadora foi peça importantíssima na conquista do título de campeão mundial em 2013 na Sérvia, quando foi escolhida a melhor da competição, e é bicampeã da Champions League com o clube húngaro Györ Audi ETO.

A instituição apontou cinco atletas de acordo com a votação de um júri especializado e agora a escolha está a cargo do público e da mídia.

Duda concorre com a romena Cristina Neagu, a sueca Isabelle Gulldén, a espanhola Marta Mangué, e a norueguesa Heidi Loke.

No masculino estão os franceses Nikola Karabatic e Thierry Omeyer, o espanhol Joan Cañellas, o dinamarquês Mikkel Hansen e o croata Domagoj Duvnjak.

A catarinense, que está no Brasil em tratamento da lesão que sofreu no joelho durante um torneio disputado pela Seleção na Espanha em novembro, afirma que é mais um sonho realizado.

“Estou muito feliz. É mais um desejo que se concretiza na minha vida. Além disso, me dá ainda mais ânimo de seguir trabalhando e vontade de voltar para as quadras. Desde que fui jogar na Europa tenho esse sonho”, comentou a atleta.

Duda sabe que tem ‘adversárias’ de peso concorrendo ao prêmio, como a pivô norueguesa Heidi Loke, que atua no mesmo clube da brasileira e faturou a premiação em 2011, mas acredita que pode contar com a ajuda dos fãs do Brasil para conseguir um bom número de votos.

“Agora vamos fazer uma campanha com a família, os amigos e o público para ver se conseguimos chegar mais perto do primeiro lugar”, brincou.

Para escolher a melhor atleta do mundo, é preciso acessar o link: http://goo.gl/fUkYDi. A votação segue até a próxima sexta-feira (20).

MORTEN SOUBAK IRÁ LEVAR 16 ATLETAS DA NOVA GERAÇÃO PARA O PRIMEIRO TESTE DO ANO, DE OLHO NA RENOVAÇÃO DA EQUIPE

Dayane Rocha, ponta (Foto: Thiago Parmalat/Photo&Grafia)

Dayane Rocha, ponta (Foto: Thiago Parmalat/Photo&Grafia)

O primeiro compromisso da Seleção Brasileira Feminina de Handebol em 2015 já está marcado. Desta vez, o técnico Morten Soubak irá trabalhar com um grupo de 16 atletas, quase 100% formado por jogadoras que atuam no Brasil, a exceção é a central Francielle Gomes da Rocha, do clube austríaco Hypo Nö.

A equipe irá disputar um torneio amistoso em Luanda, Angola, no período de 25 de fevereiro a 1º de março. Além das donas da casa, que participarão com as equipes A e B, e do Brasil, também estará presente a Seleção de Portugal.

A ideia da comissão técnica é colocar à prova jovens atletas, já pensando na renovação do grupo. A maioria das convocadas foi destaque na Liga Nacional de 2014 e já teve passagens anteriores pela equipe adulta ou pelas de base. A armadora Amanda Andrade e a central Deborah Hannah são as únicas que estiveram no elenco que conquistou o título Mundial na Sérvia, em 2013.

Morten Soubak, técnico da Seleção Feminina (Foto: Cinara Piccolo/Photo&Grafia)

Morten Soubak, técnico da Seleção Feminina (Foto: Cinara Piccolo/Photo&Grafia)

Este ano, a Seleção Feminina terá um ano agitado, com uma série de disputas importantes, a começar pelo Pan-Americano da modalidade em junho, em Cuba.

Na sequência, apesar de ter vaga garantida para os Jogos Olímpicos, o Brasil quer manter a hegemonia nos Jogos Pan-Americanos, em Toronto, no Canadá. E, por último, irá defender o título mundial, em dezembro, na Dinamarca.

Convocadas:

Goleiras
Gabriela Gonçalves Dias Moreschi (Liga Itapeviense de Handebol-SP)
Jéssica Silva de Oliveira (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

Armadoras
Amanda Claudino de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC)
Lígia Costa Maia da Silva (Apahand/UCS/Fátima Saúde-RS)
Patrícia Batista da Silva Parolin (Vila Olímpica Manoel Tubino/FAB-RJ)
Samara da Silva Vieira (Apahand/UCS/Fátima Saúde-RS).

Centrais
Deborah Hannah Pontes Nunes (E.C. Pinheiros-SP)
Francielle Gomes da Rocha (Hyppo Nö-Áustria)
Isabella Maria Araldi Ansolin (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

Pontas
Bárbara Buratto Brocardo (Metodista/São Bernardo-SP)
Célia Janete Costa Coppi (Metodista/São Bernardo-SP)
Daise de Oliveira Sousa (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC)
Dayane Pires da Rocha (Vila Olímpica Manoel Tubino/FAB-RJ)
Larissa Fais Munhoz Araújo (Apahand/UCS/Fátima Saúde-RS).

Pivôs
Isaura Fernanda de Almeida Menin (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC)
Lívia Martins Horácio (Metodista/São Bernardo-SP).

Comissão técnica

Supervisora: Rita Orsi
Técnico: Morten Soubak
Assistente técnico: Alex Aprile
Médica: Pauline Buckley Bittencourt Silva
Preparadora física: Aparecida Rocha
Fisioterapeuta: Marina Calister
Psicóloga: Alessandra Dutra
Nutricionista: Júlia do Valle Bargieri

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