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Nesta quinta-feira (28), a Seleção Feminina de Handebol irá passar pelo primeiro dos três desafios que estão agendados antes da estreia nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A equipe fará um jogo-treino com a Holanda, às 10h30, no Centro de Capacitação do Exército (CCFEx), no Rio de Janeiro (RJ).

A partida faz parte da reta final de preparação da equipe para a principal competição do ciclo e, para isso, nada melhor do que enfrentar um oponente tão qualificado quanto o grupo holandês, vice-campeão mundial em 2015.

Já há alguns anos, o técnico Morten Soubak aponta a Holanda como um dos grandes adversários do Brasil e afirma que está no mesmo patamar de tantas outras que vêm ao Rio com condições de conquistar uma medalha olímpica. Por isso, fazer dois jogos com a equipe tem muito a acrescentar ao time brasileiro.

“A Holanda é vice-campeã mundial e é um time muito forte. Elas correm bastante e normalmente marcam muitos gols nos jogos que fazem. Mas na verdade não estamos tão focados na Holanda. Nosso pensamento é de como vamos utilizar esses amistosos para nos prepararmos para os adversários do nosso grupo nas Olimpíadas”, disse Morten.

No domingo (31), as brasileiras voltam a encontrar a Holanda, desta vez, com direito a público. O embate será em Cabo Frio (RJ), às 12h. Para encerrar a série de jogos, no dia 2, o Brasil enfrenta a Argentina, também no CCFEx.

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Ana Paula Rodrigues, central (Wander Roberto/Photo&Grafia)

A central Ana Paula Rodrigues, da Seleção Brasileira Feminina de Handebol anunciou na manhã desta quarta feira, 27/08, que está trocando de clube. A jogadora defendia o Bucaresti, da Romênia, e a partir da próxima temporada europeia, que começa após a Olimpíada, ela defenderá o Rostov, da Rússia.

Segundo informado pela própria atleta em sua conta no Facebook, o contrato é para as duas próximas temporadas.

Ana Paula está com a Seleção concentrada no Rio de Janeiro já visando a estreia nos Jogos Olímpicos. O primeiro compromisso das meninas do Brasil será no dia 6 de agosto, às 9h30, diante da Noruega.

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A Seleção Feminina de Handebol irá fazer um amistoso internacional com a Holanda neste domingo (31), em Cabo Frio (RJ). O confronto, marcado para às 12h, no ginásio Alfredo Barreto, será a última partida preparatória da equipe brasileira antes da estreia nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Por enquanto, não há informações sobre transmissão pela TV desse jogo amistoso.

A Seleção Feminina estreia no torneio olímpico no dia 6 de agosto, sábado, às 9h30, contra a Noruega.

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O momento mais marcante da história do handebol brasileiro ficará eternizado na memória dos fãs e admiradores do esporte. O título mundial inédito de 2013 conquistado pela Seleção Feminina na Sérvia é tema do filme ‘Meninas de Ouro’, que conta toda a trajetória da equipe até chegar a maior glória.

Uma iniciativa da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que fez uma parceria com a produtora Canal Azul, responsável pelas filmagens. A história será lançada nesta quarta-feira (27), às 23h, no canal por assinatura ESPN.

O documentário conta com depoimentos de atletas que fizeram parte da equipe campeã mundial, do técnico Morten Soubak, do presidente da CBHb e de jogadoras que fizeram parte da história da modalidade no Brasil, trilhando um longo caminho de trabalho e dedicação para que o esporte evoluísse e chegasse onde chegou.

As palavras da capitã Fabiana Diniz, a Dara, traduz todo o sentimento da equipe ao ver a conquista eternizada em um documentário. “Esse filme será algo mágico. Será a forma mais ‘concreta’ de mostrar o que vivemos para as pessoas. Cada uma de nós leva dentro de si tudo o que sentimos, mas ver isso exteriorizado em um filme é magia pura, é emoção! É como ganhar outra vez. É tudo de bom. Difícil explicar. Será maravilhoso poder ver e ‘reviver’ isso todas as vezes que quisermos. Estou mega feliz com essa oportunidade”, comemorou.

O presidente da CBHb, Manoel Luiz Oliveira, diz que o filme será um grande marco. “Esse fato inédito merecia ser eternizado. Se levarmos em conta, não chega a dez o número de países que foram campeões mundiais. É uma grande honra que vamos lembrar para sempre”, comentou o dirigente.

Manoel afirma que não poderia haver melhor ocasião para o lançamento do filme. “Este é um momento muito especial e oportuno, pois estamos às vésperas dos Jogos Olímpicos. Entendemos que é um período excepcional. Tenho certeza que a alma e o coração de todos os envolvidos com o handebol no Brasil vão estar lá. Estamos muito ansiosos para ver o resultado”, disse.

Da Assessoria de Imprensa da CBHb

Quando a Seleção Feminina de Handebol entrar em quadra nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, não será somente o coração das 14 atletas que irá bater mais forte por representar o País dentro de casa. O técnico Morten Soubak, mesmo sendo dinamarquês, se sente tão brasileiro quanto as próprias jogadoras. Declaradamente apaixonado pelo Brasil, o treinador diz que está muito emocionado em disputar a competição ’em casa’ e mais uma vez ressalta que a equipe irá fazer de tudo para brigar pela medalha olímpica inédita na modalidade.

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Morten Soubak, técnico da Seleção Feminina

Morten se mudou definitivamente para o Brasil em 2005 e já tem um longo ‘caso de amor’ com o País e com o povo. “Eu acho que já virei brasileiro faz tempo. Eu adoro o povo daqui. Tenho certeza que a torcida virá para somar, não só quem estará no ginásio, mas também quem estiver em frente à televisão, sei que vai vibrar e mandar toda a força possível para as meninas fazerem o melhor durante os Jogos. Eu não duvido um segundo disso”, declarou o treinador.

Nascido em Fodby, na Dinamarca, após experiência com categorias de base e adultas de clubes e do comando da Seleção Juvenil masculina de sua terra natal, Morten veio para o Brasil, onde treinou por quatro anos a equipe masculina do Pinheiros (SP), conquistando vários títulos internacionais, antes já havia tido uma experiência com a equipe de Osasco (SP). Em 2009 foi convidado pela Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) para assumir a Seleção Feminina, após a saída do espanhol Juan Oliver. A equipe, que já vinha em desenvolvimento, seguiu em crescimento até chegar ao título mundial de 2013, maior conquista do País na modalidade.

Todos os feitos da Seleção ao longo dos últimos anos fizeram com que o handebol ganhasse cada vez mais espaço na mídia e no coração do público. É exatamente isso que Morten espera que aconteça ainda mais após os Jogos do Rio. “Todos nós que representamos qualquer modalidade temos esperança de que ela possa decolar após os Jogos do Rio. Que ganhe cada vez mais atenção e espaço e que o público acompanhe cada vez mais. Acho que esse é um sonho de todos nós que trabalhamos com esportes olímpicos”, frisou.

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Alexandra Nascimento e o técnico Morten Soubak

Para ele, além do handebol, muitas modalidades serão bem representadas e irão mostrar o trabalho e a qualidade dos atletas nacionais. “É indiscutível o potencial que o Brasil tem de atletas de alto rendimento. É imenso. Em várias modalidade”, apontou Morten.

E, se depender de foco e vontade, a Seleção Feminina terá mesmo um grande resultado no Rio, segundo o treinador. “Garanto que vamos brigar e fazer o que for possível para conquistar a primeira medalha olímpica do handebol do Brasil. Será extremamente difícil, é fato. É a primeira Olimpíada da história do handebol feminino com tantas equipes capazes de ganhar uma medalha, mas faremos de tudo por ela”, finalizou Morten.

Em reta final de preparação para os Jogos Olímpicos, a Seleção Feminina de Handebol se reúne nesta sexta-feira (22) já no Rio de Janeiro (RJ). O período decisivo de treinamentos irá incluir três jogos que vão ajudar a trabalhar os detalhes que faltam para o maior objetivo da equipe: a conquista de uma medalha inédita para o País na modalidade. O Brasil estreia já no dia 6 de agosto contra a atual campeã, a Noruega, e o grupo sabe que terá uma árdua tarefa na primeira fase, enfrentando outros adversários de peso. Também na chave A estão Romênia, Montenegro, Espanha e Angola.

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Célia Coppi (Wander Roberto/Photo&Grafia/CBHb)

O técnico Morten Soubak ressaltou que este é um período para lapidar todo o trabalho que vem sendo feito, cada vez mais focado nos adversários da primeira etapa. “O mais importante nessa fase será dar continuidade aos treinos que temos feito, pensar nos detalhes e melhorar o que é preciso. Queremos trabalhar a base que temos treinado desde o início”, contou. “Vamos falar também dos adversários, mas a ideia é gastar mais energia pensando nos três primeiros e, a medida que formos jogando, passamos a estudar mais profundamente os próximos.”

Morten aponta ainda que esse é um período normalmente de muita ansiedade, porém, como as atletas possuem bastante experiência, ele acredita que irão ‘tirar de letra’. “Não sei se existe um modelo e se é possível controlar essa ansiedade totalmente, mas acredito que a experiência de todos e o tempo que estamos juntos vai contar muito. Essa não é a primeira, nem a segunda e até mesmo nem a terceira Olimpíada de várias atletas. Isso vai ajudar bastante”, pontuou.

Até o dia da estreia, as brasileiras farão três jogos amistosos, sendo dois deles contra a Holanda. O primeiro será no dia 28, no CCFEx, na Urca, mas será fechado para público e imprensa. O segundo, no dia 31, às 12h, será aberto, em Cabo Frio (RJ). Já no dia 2, a equipe enfrenta a Argentina, também no CCFEx, novamente sem a presença de público e imprensa.

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Mayara Moura garantiu uma das vagas (William Lucas/Photo&Grafia)

Nesta terça-feira (5), a Confederação Brasileira de Handebol divulgou a lista das atletas selecionadas para representar o País nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O técnico Morten Soubak definiu as 14 atletas convocadas e mais uma que irá treinar junto com o grupo, mas não entrará na Vila Olímpica.

O grande objetivo da equipe é conquistar a primeira medalha olímpica da modalidade. Após o sexto lugar em Londres e o título mundial na Sérvia em 2013, o grupo ainda mais maduro tem grandes chances, apesar de fazer parte da chave mais complicada do campeonato.

O treinador, que trabalhou com um grupo de 18 atletas na última fase de treinamentos finalizada neste domingo (3), optou por um elenco bastante experiente, mas confessa que teve trabalho para tomar a decisão. “Foi extremamente difícil. O nível de todas elas estava praticamente igual e levar apenas 14 para uma competição tão importante é bem complicado. Tenho que dar meus parabéns para quem ficou e lamento muito por aquelas que não irão. Espero que essas sigam trabalhando forte para os próximos campeonatos”, resumiu.

Das convocadas, apenas três não estiveram em Londres 2012: a goleira Babi, a central Franciele e a pivô Tamires. A 15ª atleta, que irá treinar com o grupo, será a armadora esquerda Juliana Malta. Morten afirma que a decisão levou em consideração o perfil de cada uma primeiramente dentro do grupo e depois, diante dos adversários que o Brasil terá pela frente. “Primeiro pensei no nosso próprio jogo. Também analisamos visando os adversários, mas o mais importante é o perfil que cada uma delas representa no grupo”, acrescentou.

Nos Jogos Olímpicos, o Brasil irá enfrentar a Noruega na estreia no dia 6 de agosto, a Romênia na segunda rodada, a Espanha na sequência, Angola no quarto dia e Montenegro para fechar a primeira fase. As quartas de final estão marcadas para o dia 16 de agosto, as semifinais para o dia 18 e as finais para o dia 20.

CONVOCADAS – Seleção Feminina Olímpica

Goleiras – Bárbara Arenhart (Vaci NKSE-Hungria) e Mayssa Pessoa (WHC Vardar-Macedônia).

Armadoras – Deonise Fachinello (HC Odense-Dinamarca), Eduarda Amorim (Gyor Audi ETO-Hungria), Juliana Malta (MKS Zaglebie Lubin-Polônia) e Mayara Moura (EC Pinheiros-SP).

Centrais – Ana Paula Rodrigues Belo (Bucarest-Romênia) e Franciele Gomes da Rocha (Vegus/Guarulhos-SP).

Pontas – Alexandra Nascimento (Vaci NKSE-Hungria), Fernanda França (Bietgheim-Alemanha), Jéssica Quintino (HC Odense-Dinamarca) e Samira Rocha (OGC Nice-França).

Pivôs – Daniela Piedade (Fehervar FKC-Hungria), Fabiana Diniz ‘Dara’ (Bietgheim-Alemanha) e Tamires Morena Araújo (Gyor Audi ETO-Hungria).

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