Arquivos para categoria: Seleção Brasileira Feminina

Por Thierry Gozzer, do Globoesporte.com
O fim da temporada europeia começa a movimentar o tabuleiro do mercado. E as brasileiras estão envolvidas em diversas mudanças na elite do handebol feminino mundial. Com as transações, grande parte da seleção brasileira que busca o ouro inédito no Rio 2016 terá nova casa antes mesmo das Olimpíadas. Para a temporada 2016/17 terão um novo clube as goleiras Mayssa e Babi, a central Ana Paula, as pontas Jéssica Quintino, Alê Nascimento e Fernanda, as armadoras Deonise e Karol Souza e a pivô Tamires Morena.

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Campeã da Champions League pelo Bucuresti, a goleira Mayssa deixou o clube da Romênia e vai jogar agora pelo Vardar, da Macedônia. Além dela, a ponta direita Alê Nascimento, que estava no Baia Mare, também da Romênia, será companheira de clube da armadora Karol Souza e da goleira Babi no Váci, da Hungria. Karol e Babi deixam a Dinamarca, onde jogavam no Nykøbing.

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Ana Paula Rodrigues e Fernanda Silva deixam o Bucuresti, da Romênia (Foto: Divulgação/Bucuresti)

A ponta Jéssica Quintino sai da Polônia para jogar na Dinamarca, no Odense, mesmo destino da central Ana Paula e de Deonise. Já a pivô Tamires Morena, após passagens por Gyori e seu Time B, vai para o  Dijon Bourbone, da França. Por último, Fernanda, que não participou da final da Champions League pelo Bucuresti, defenderá o Bietigheim, da Alemanha, que também tem a armadora Jaqueline Anastácio.

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Duda Amorim, melhor jogadora de handebol do mundo em 2014, renovou contrato com seu clube na Hungria (Foto Arquivo)

Se algumas trocam de time, o destino da capitã Dara é diferente. Ela já havia anunciado a aposentadoria e deixa o  Bietigheim. Capitã do time de Morten Soubak, ela só estará em ação nos Jogos Olímpicos. Ídolo no Gyori, da  Hungria, Duda renovou contrato com o time por mais três anos. A pivô Dani Piedade também vai continuar no país jogando pelo Siófok KC. Jogadora do Nice, da França, a ponteira Samira ainda não teve seu destino selado.

– Estou muito orgulhosa de continuar a jogar no Gyor, é uma oportunidade excepcional para mim. É uma enorme motivação jogar em um clube tão prestigiado. Sinto que ainda posso continuar a evoluir. Sinto que fiz a melhor decisão ao continuar aqui – disse Duda à época da renovação com o Gyori.

No Brasil, a armadora Amanda Andrade e ponta Larissa devem permanecer no Concórdia, enquanto a armadora Hannah Nunes está no Metodista. Já a central Mayara joga no Pinheiros, de São Paulo

A partir desta quinta-feira, a seleção brasileira se reúne na Áustria para mais um período de treinos visando os Jogos Olímpicos. Além dos treinos, o Brasil fará atividades contra a seleção da Dinamarca, que não virá aos Jogos, e a Eslováquia. Depois, no fim de junho, o time se encontra novamente, desta vez no Rio de Janeiro, quando deve fazer um amistoso na Arena do Futuro, no Parque Olímpico da Barra, com um rival que ainda será definido. Em julho, o time faz o período final de treinos, também na Cidade Maravilhosa.

As Seleções Masculina e Feminina de Handebol já sabem a ordem dos adversários e os horários das partidas da primeira fase dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de acordo com a tabela oficial divulgada pela organização. Enquanto o masculino fará todos os jogos à tarde, a Seleção Feminina, campeã mundial em 2013, joga a maioria das partidas pela manhã. Os adversários foram conhecidos durante o sorteio realizado no mês passado.

A Seleção Feminina, que integra o grupo A, composto por países de grande tradição, incluindo a atual campeã Noruega, inicia, talvez, com o maior desafio da fase classificatória. No dia 6 de agosto estreia abrindo a rodada com a Noruega, às 9h30. As adversárias são as atuais bicampeãs olímpicas e medalhistas de ouro no último Mundial. Na segunda rodada, às 16h40, o Brasil enfrenta a Romênia, equipe que eliminou a equipe de Morten Soubak no Mundial da Dinamarca em 2015. A Espanha será o terceiro desafio das brasileiras, no dia 10, às 9h30. No dia 12, o Brasil joga com Angola, às 9h30. Por fim, as brasileiras encerram a fase contra Montenegro, no dia 14, às 9h30.

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Morten Soubak, técnico da Seleção Feminina (Foto Arquivo)

Para o treinador da equipe feminina, o fato de começar com dois jogos contra equipes tradicionais não faz tanta diferença, pois todos eles são importantes para a classificação do Brasil para as quartas de final. “Temos que nos preparar para todos os jogos, então, não faz muita diferença enfrentar a Noruega e a Romênia logo no início.”

A Seleção Feminina se reúne na Europa a partir de quinta-feira (26) para mais uma etapa de treinos antes dos Jogos Olímpicos. O técnico Morten Soubak irá contar com 20 atletas por um período de 15 dias. “Faremos dois jogos-treino com a Noruega, um já no domingo (29) e outro na segunda-feira (30). Contra a Eslováquia jogaremos nos dias 7 e 8 de junho”, contou Morten.

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Felipe Borges, ponta (Wander Roberto/Photo&Grafia)

O masculino, que faz parte da chave B, joga sempre às 16h40 na primeira fase pela chave B, ao lado de Egito, Alemanha, Suécia, Eslovênia e Polônia. A estreia será no dia 7 contra a Polônia, atual medalhista de bronze no Mundial. O segundo jogo é contra a Eslovênia, no dia 9. No dia 11, os oponentes serão os alemães. O quarto jogo dos brasileiros será contra o Egito no dia 13, e o último da fase contra a Suécia, atual vice-campeã olímpica.

Jordi Ribera, técnico da Seleção Masculina, já tinha uma previsão de como seria a sequência de partidas, por isso, não ficou surpreso. “A Polônia fez um pré-olímpico fácil em casa e vem de uma medalha de bronze no Mundial do Qatar. É uma equipe de muito peso e que tem boa altura e conta com jogadores experientes que estão há bastante tempo juntos”, analisou Jordi.

Um fato positivo apontado pelo treinador é a regularidade no horário dos jogos do Brasil. “Estamos acostumados a jogar um pouco mais tarde. Mas, a partir disso, vamos fazer um planejamento para ter mais atividades nesse horário. O fato da tabela nos permitir fazer os jogos sempre no mesmo horário sempre ajuda bastante, pois permite um calendário mais regular”, encerrou.

Programação de jogos do Brasil

Feminino

Dia 06/08
9h30 – Noruega x Brasil

Dia 08/08
16h40 – Brasil x Romênia

Dia 10/08
9h30 – Brasil x Espanha

Dia 12/08
9h30 – Angola x Brasil

Dia 14/08
9h30 – Montenegro x Brasil

Dia 16/08
Quartas de final

Dia 18/08
Semifinais

Dia 20/08
11h30 – disputa do bronze
15h30 – disputa do ouro
17h30 – cerimônia de premiação

Masculino

Dia 07/08
16h40 – Polônia x Brasil

Dia 09/08
16h40 – Brasil x Eslovênia

Dia 11/08
16h40 – Brasil x Alemanha

Dia 13/08
16h40 – Egito x Brasil

Dia 15/08
16h40 – Suécia x Brasil

Dia 17/08
Quartas de final

Dia 19/08
Semifinais

Dia 21/08
10h30 – disputa do bronze
14h – disputa do ouro
16h – cerimônia de premiação

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Fernanda França, ponta esquerda, é uma das convocadas (Foto: Arquivo/CBHb)

Em contagem regressiva para briga por uma medalha nos Jogos Olímpicos do Rio, a Seleção Feminina de Handebol se prepara para mais uma fase de treinamento, a primeira após conhecer a chave em que irá disputar a primeira fase da principal competição do ciclo.

De 26 de maio a 10 de junho, o técnico Morten Soubak irá reunir 20 atletas para um período na Europa, com treinamentos na Áustria e jogos na Dinamarca e Eslováquia.

Segundo o treinador, a escolha dos adversários dos jogos preparatórios não é por eles terem estilo parecido com algum adversário das Olimpíadas e sim para que o Brasil possa colocar em prática as estratégias que vem preparando para a competição. “Se as outras fases já eram importantes, essa será ainda mais, pois já conhecemos nossos adversários”, frisou Morten. “Nessa etapa vamos continuar trabalhando com as ideias novas que temos implantado e que têm a ver com as novas regras. Todas as equipes estão preocupadas com isso. Mas, vamos continuar nosso trabalho de acordo com nosso planejamento.”

O País fará parte do grupo que terá, Angola, Espanha, Montenegro, Romênia e a atual campeã Noruega. Se chegar às quartas de final, irá cruzar com os classificados do grupo B, que conta com Coreia do Sul, Argentina, Suécia, Rússia, Holanda e França.

Esta será mais uma fase importante para a definição das 14 convocadas para Rio 2016. Como ainda conta com uma grupo mais amplo, Morten terá que fazer uma avaliação criteriosa de olho nas possibilidades do Brasil nos Jogos.

Duas atletas chamam atenção na lista de convocadas. O retorno da central Mayara Moura e da armadora esquerda Juliana Malta, que retornam de lesão. Para Morten, estas são duas atletas que têm totais condições de estar entre as 14 que irão ao Rio. “As duas estão voltando de cirurgia, mas têm feito um excelente trabalho de fisioterapia. Eu estou muito contente com a evolução delas no tratamento. Elas estão correndo contra o tempo e brigando para estar no grupo”, afirmou.

Depois da fase na Europa, a Seleção terá um período de treinamento no Brasil em junho e outra em julho, já às vésperas dos Jogos Olímpicos.

CONVOCADAS – Seleção Brasileira Feminina

Goleiras – Bárbara Arenhart (Nykobing F. Handboldklub- Noruega), Jéssica Silva de Oliveira (São Caetano-SP) e Mayssa Pessoa (CSM Bucaresti-Romênia).

Armadoras – Deonise Fachinello (CSM Bucaresti-Romênia), Eduarda Amorim (Gyor Audi ETO KC-Hungria), Jaqueline Anastácio (SG BBM Bietigheim-Alemanha) e Juliana Malta Varela de Araújo (MKS Zaglebier Lubin-Polônia).

Centrais – Ana Paula Rodrigues Belo (CSM Bucaresti-Romênia), Deborah Hannah Pontes Nunes (Pinheiros-SP), Francielle Gomes da Rocha (Hypo Nö-Áustria) e Mayara Fier de Moura (Pinheiros-SP).

Pontas – Alexandra Nascimento (Baia Mare-Romênia), Célia Costa Coppi (Metodista/São Bernardo-SP), Fernanda França (CSM Bucaresti-Romênia), Jéssica Quintino (MKS Selgros Lublin-Polônia), Larissa Fais Munhoz Araújo (AAU – Handebol Concórdia-SC) e Samira Rocha (OGC Nice-França).

Pivôs – Daniela Piedade (Siofok KC-Hungria), Fabiana Diniz (SG BBM Bietigheim-Alemanha) e Tamires Morena Lima de Araújo (Gyor Audi ETO KC-Hungria).

13133265_800394500095669_6091857060182370702_nNa tarde desta sexta-feira, 29/04, foi realizado no Rio de Janeiro os sorteios dos grupos para a primeira fase dos torneios masculino e feminino do Handebol nas Olimpíadas Rio de Janeiro 2016. Alguns leitores me perguntaram o que achei das chaves, entãoaqui vão pequenas análises dos grupos.

FEMININO
Brasil está no grupo A, ao lado de Angola, Montenegro, Espanha, Romênia e Noruega. Grupo complicado, tendo como forças as norueguesas, espanholas, romênas (que eliminaram o Brasil no último Mundial), e o próprio Brasil. Se o Brasil conseguir se classificar bem, em 1º ou 2º do grupo, temos reais chances de uma medalha. Noruega deve terminar em 1º.

MASCULINO
Brasil ficou no grupo B, ao lado de Polônia, Eslovênia, Suécia, Alemanha e Egito. Grupo não tão c0mplicado quanto a outra chave, mas não significa que será fácil. Projeto vitórias do Brasil sobre Eslovênia e Egito. O caminho é tentar arrancar pontos contra Alemanha e Suécia, times contra quem o Brasil já fez jogos equilibrados e até já venceu. Aposto na Suécia como líder do grupo na 1ª fase.

 

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Por Marcelo Merguizo, da Folha de S.Paulo

Os técnicos das seleções masculina e feminina de handebol do Brasil escolhem, a partir das 14h desta sexta-feira (28), o caminho que desejam percorrer nos Jogos Olímpicos do Rio, em agosto.

O handebol, por definição de sua federação internacional, dá este privilégio ao país sede durante o sorteio dos grupos do torneio olímpico.

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Morten Soubak, técnico da Seleção Feminina de Handebol (Foto: Arquivo)

Assim, o dinamarquês Morten Soubak e o espanhol Jordi Ribera, respectivamente, comandantes das mulheres e dos homens do Brasil nos Jogos, poderão escolher em qual grupo vão querer jogar a primeira fase.

Serão dois grupos com seis seleções cada. As quatro melhores de cada lado se classificam para as quartas, depois semi e final.

E o sorteio ocorre da seguinte forma: a cada pote (veja abaixo a divisão), uma seleção é sorteada para uma chave e para a outra. A ordem é do pote seis até o um, e o do Brasil fica por último. Então, com cinco times em cada grupo, os técnicos brasileiros escolhem para que lado irão. Assim, a França (no feminino) e a Tunísia (no masculino) irão para os grupos que não forem os escolhidos pelos brasileiros.

Morten e Jordi, que estão no Rio para o sorteio, já montaram suas estratégias. Mas mantêm a cautela e esperam o sorteio dos países para definir o que fazer. Ambos possuem estatísticas dos confrontos contra todos os adversários possíveis para auxiliá-los na decisão.

A seleção feminina, campeão mundial em 2013, é uma das favoritas ao pódio. Nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, porém, caiu nas quartas de final ao perder confronto eliminatório contra a campeã olímpica Noruega. As brasileiras ficaram na primeira colocação do grupo na primeira fase, enquanto as norueguesas (hoje atuais campeãs mundiais também) foram quartas colocadas.

Essa experiência pode pesar no momento da escolha de Morten: afinal, não basta ficar no grupo mais fácil, mas também pensar no cruzamento das quartas. Ao mesmo tempo, caso um mesmo grupo seja evidentemente mais fraco e tenha Argentina e Angola (equipes que o Brasil está acostumado a vencer), por exemplo, isso deve influenciar a escolha dos donos da casa.

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Jordi Ribera, técnico da Seleção Masculina (Foto: Wander Roberto)

Já a seleção masculina não goza do favoritismo das mulheres. Além disso, há consenso de que o handebol entre os homens é mais equilibrado mundialmente. Desta forma, não será possível para Jordi já pensar no cruzamento das quartas de final no momento do sorteio. A escolha será pelo grupo mais acessível. E, neste caso, não é possível definir um deles como mais fácil, em razão da força europeia. Ou seja, não é uma definição simples a princípio.

Para dificultar ainda mais para os brasileiros, os confrontos contra a Argentina costumam ser muito equilibrados nos últimos anos e, o Qatar, atual vice-campeão do mundo, tem tantos jogadores naturalizados que chegará com a mesma força dos europeus ao Rio. Restará ao Brasil escolher o grupo em que seja possível passar de fase.

Para prestar atenção: Noruega, no feminino, e França, no masculino, são os principais favoritos ao ouro olímpico. Nos últimos Mundiais, as brasileiros foram eliminadas pela Romênia e, os brasileiros, pela Croácia, ambos nas oitavas (fase que não existe nos Jogos Olímpicos, que contam com menos equipes).

Se for possível apontar, os grupos da morte seriam: Noruega, Romênia, Montenegro, Espanha e Coreia do Sul (no feminino); França, Dinamarca, Croácia, Qatar e Egito (no masculino). O Brasil tem a chance de escolher e escapar deles, se for o caso.

Veja os potes que definirão o sorteio olímpico do handebol, nesta sexta, às 14, na Arena do Futuro, dentro do Parque Olímpico do Rio:

Potes do feminino
1 – Noruega e Holanda
2 – Romênia e Rússia
3 – Suécia e Montenegro
4 – Brasil e França
5 – Espanha e Argentina
6 – Coreia do Sul e Angola

Potes do masculino
1 – França e Polônia
2 – Eslovênia e Dinamarca
3 – Croácia e Suécia
4 – Brasil e Tunísia
5 – Alemanha e Qatar
6 – Argentina e Egito

Não são somente as Seleções Olímpicas de Handebol que estão à pleno vapor em 2016. No feminino, as categorias de base vivem um momento importante e de muito trabalho. Este é o ano em que as equipes Júnior e Juvenil disputam os Campeonatos Mundiais e, para cumprir a meta de garantir um bom resultado, as duas classes têm se esforçado muito. Para ambas, o primeiro compromisso do ano foram os Pan-Americanos da modalidade e o Brasil fez bonito ao subir ao lugar mais alto do pódio nas duas ocasiões. Além disso, as equipes mostraram todo o potencial de uma nova geração com vários destaques individuais.

No Juvenil, finalizado no último fim de semana em Santiago, no Chile, Renata Arruda foi eleita a melhor goleira e também o destaque da competição, Gilvana Nogueira a melhor armadora esquerda e Gabriela Bitolo a melhor na armação direita, além de ser a artilheira do Brasil e quarta no geral, com 27 gols.

Já no Júnior, disputado em março, em Foz do Iguaçu (PR), a goleira Alice Silva ganhou como melhor da posição e a armadora direita Bruna de Paula foi eleita a melhor do campeonato.

Resultados como estes comprovam que o Brasil está no caminho certo. As atletas convocadas para as duas competições continentais, vindas de várias partes do País já demonstraram talento, e a partir de agora, é trilhar um caminho de esforço e dedicação para, um dia, substituir grandes nomes da modalidade, que conquistaram a medalha de ouro histórica no Mundial de 2013.

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Morten Soubak, técnico da Seleção Brasileira Feminina

O técnico da Seleção Adulta, Morten Soubak, trabalha em conjunto com os treinadores da base para o desenvolvimento das equipes e conta que muitas outras ações estão programadas até o fim do ano. “Iniciamos o trabalho com elas em janeiro e já passamos pelos dois primeiros desafios. Mesmo com esse curto período, as duas equipes já tiveram uma boa atuação e conseguiram manter a força do handebol do Brasil. Estamos muito contentes com os resultados”, disse o dinamarquês.

A meta agora é fazer um bom papel nos Mundiais. “O Mundial é um campeonato mais disputado e, por isso, temos que tentar evoluir no aspecto coletivo e individual. A Seleção Júnior já tem mais bagagem. Muitas das atletas jogam a Liga Nacional e já tiveram passagem pela Seleção Juvenil, disputaram Olimpíadas da Juventude e Mundiais. Com certeza, vamos brigar para que o Brasil faça uma boa participação”, concluiu.

Morten tem feito a preparação em conjunto com os técnicos das duas equipes. Daniel Suarez, o Cubano, da Júnior, e Cristiano Rocha, da Juvenil, assumiram as equipes há pouco tempo, mas já mostraram um bom trabalho. “O Cubano já participou de vários evento internacionais, tanto quando jogava, quanto como treinador da Seleção Universitária. O Cristiano também teve passagens pelas Seleções de base e, recentemente, integrou a comissão da Adulta no Mundial da Dinamarca. Estamos conseguindo fazer uma boa integração e, tenho certeza, que vai dar resultados”, afirmou Morten.

Na sequência da preparação, a Seleção Juvenil já tem uma próxima fase de treinamento marcada de 8 a 14 de maio, em Blumenau (SC). O Mundial da categoria será disputado de 19 a 31 de julho na Eslováquia. Já o Júnior será na Rússia, de 3 a 15 de julho.

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