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Da Assessoria de Imprensa da CBHb

Para o Brasil, a disputa do handebol nos Jogos Olímpicos do Rio chegou ao fim nas quartas de final tanto no masculino quanto no feminino. As equipes esperavam mais, porém, a falta de uma medalha não define o enorme ganho da modalidade na maior competição do ciclo. Tratando-se de resultados, os dois naipes garantiram os melhores da história. As meninas ficaram em quinto e o masculino em sétimo. Mas, outro quesito teve um saldo mais do que positivo: a visibilidade. Com o ginásio sempre lotado e uma torcida animada, o handebol conquistou os corações de milhares de pessoas e passou a ser um dos ‘queridinhos’ dessa Olimpíada.

O handebol se mostrou um esporte ainda mais apaixonante para os brasileiros. Dinâmico, com muita velocidade, gols e defesas espetaculares, chamou atenção de públicos de diferentes idades, não só dentro da Arena do Futuro, como também em casa, já que todas as partidas foram transmitidas, muitas delas em TV aberta.

A equipe feminina já é uma geração vencedora. Dona do ouro mundial em 2013, tinha grandes expectativas para os Jogos Olímpicos em casa. Fez uma belíssima campanha na primeira fase, garantindo quatro vitórias em cinco jogos e terminando em primeiro do grupo. Sabia que tinha plenas condições de brigar por uma medalha. No entanto, por estar entre as 11 equipes capazes de concorrer ao título em uma das edições mais equilibradas da história, foi muito estudada pelo adversário das quartas de final, a Holanda.

As oponentes, que haviam enfrentado o Brasil pouco antes do início dos Jogos, em dois amistosos, mostraram um verdadeiro ‘paredão’ na defesa e neutralizaram jogadas cruciais para as brasileiras. O resultado entristeceu, sobretudo porque a equipe se despede de atletas que fizeram uma história brilhante dentro da Seleção, como a capitã Dara, a pivô Daniela Piedade, e a ponta direita Alexandra Nascimento, eleita a melhor do Mundo em 2012.

Porém, o futuro é promissor. Há anos o handebol feminino do Brasil não deixa a elite da modalidade, mantendo-se entre as principais equipes. Isso significa que a busca pela tão sonhado medalha olímpica não pára por aqui. “Agradeço a todas as meninas que fizeram parte da Seleção, até mesmo há mais tempo que eu, pelo apoio que deram ao handebol brasileiro, e também a todas que irão continuar. Para elas foi uma honra, um orgulho poder jogar uma Olimpíada em casa. Antes de chegar aqui, estávamos trabalhando para ir longe e sabíamos que tínhamos potencial para brigar pela medalha olímpica”, comentou o técnico Morten Soubak.

Morten cita o fato do handebol ser uma modalidade muito praticada nas escolas e acredita que a realização dos Jogos no Brasil desperte ainda mais o interesse das crianças pelo handebol. “Espero que o handebol possa seguir esse desenvolvimento em todo o Brasil. Há muitos meninos e meninas, que tenho certeza que terão um belo futuro na modalidade. É um esporte muito praticado e com muitos talentos.”

O masculino, totalmente renovado, tem expectativas gigantes para um futuro próximo. Se mesmo com um time extremamente jovem, conseguiu resultados históricos ao vencer a Polônia, medalha de bronze no último Mundial, a Alemanha, atual campeã europeia, e fazer frente à ‘toda poderosa’ França, bicampeã olímpica, nas quartas de final, o que se pode esperar em alguns anos?

“Temos que nos sentir orgulhosos. Para nós essa Olimpíada foi espetacular. Garantimos a classificação para as quartas de final com duas grandes vitórias, principalmente com a Alemanha, que é o atual campeão europeu. Para mim, isso vai ficar na cabeça por muito tempo, pensando o que poderemos fazer no futuro. Saímos muito reforçados. Esta é uma equipe que pode chegar tranquilamente a duas Olimpíadas. Se fizeram o que fizeram aqui, podemos imaginar o que poderão fazer daqui a três ou quatro anos”, previu o técnico Jordi Ribera.

Para ele, a modalidade também deu um grande salto com esses Jogos Olímpicos em casa. “O handebol aqui deu amostras que é um esporte que pode dar muitas alegrias. Não me limito ao masculino, mas especialmente ao feminino também, que foi campeão mundial. No masculino, vamos dando passos para ficar cada vez mais perto”, continuou Jordi.

Realmente ver o handebol tão comentado e tão querido pelo público tocou o coração de atletas, técnicos e dirigentes da modalidade. O presidente da Confederação Brasileira de Handebol, Manoel Luiz Oliveira, disse que os resultados em quadra não foram as únicas coisas a se destacar. “Com relação aos resultados, ficou um sensação de que poderíamos ter ido mais longe. Tínhamos expectativa de subir no pódio. Um objetivo que era de todos e que sabíamos que era possível. Mas, isso não tira o brilho que foi o handebol brasileiro nos Jogos do Rio. Ambas as equipes tiveram o melhor resultado de toda a história, com o feminino em quinto, superando Londres, e o masculino pela primeira vez na história nas quartas de final, terminando com um sétimo lugar histórico e inédito”, destacou.

O presidente lembrou da grande visibilidade que o esporte teve durante todos esses dias. “Este campeonato nos trouxe algo que não tenho palavras para expressar o quanto me deixa feliz. A modalidade movimentou a imprensa, o Brasil abraçou o handebol. A participação no Rio se tornou uma referência. Escutamos muitas pessoas falando bem da entrega, da qualidade, e que perdemos, mas lutando até o último momento. Evidentemente, as transmissões dos jogos, as postagens nas redes sociais, o que escutamos, com certeza, farão o número de participantes da modalidade se multiplicar.”

Manoel garante que o handebol brasileiro ainda tem muito para dar e que o trabalho continua para o próximo ciclo visando a um desenvolvimento ainda maior com a ajuda dos parceiros que já fazem parte da história da modalidade e com novos, que certamente irão chegar após essa campanha histórica. “Vamos dar continuidade ao que já temos feito para trabalhar internamente o desenvolvimento do esporte, como os acampamentos, melhoria das competições internas, e a realização da Liga Nacional com um novo modelo. Tudo isso, com certeza, vai se transformar em apoios muito interessantes para conseguirmos definitivamente a consagração da modalidade junto à opinião pública. Mas, depois do que vimos aqui, podemos dizer que hoje o Brasil faz parte definitivamente das equipes tops do handebol mundial.”

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A Seleção Feminina de Handebol incendiou a Arena do Futuro nesta segunda-feira (8). Na segunda rodada dos Jogos Olímpicos do Rio, garantiu uma vitória com muita categoria diante da Romênia e colocou o público mais uma vez dentro da quadra. No placar, simplesmente o dobro de gols de vantagem, algo inimaginável para as donas da casa, que têm consciência do equilíbrio da competição. Mas, o Brasil realmente arrasou as romenas, fez tudo que podia e mais um pouco e decretou uma vitória incontestável por 26 a 13 (14 a 9 no primeiro tempo).

Uma fera na defesa, ponto alto da Seleção Nacional, a equipe mostrou a que veio desde o início. Após roubar a bola no primeiro ataque da Romênia, o Brasil fez um rápido contra-ataque e abriu o placar com Ana Paula. As romenas impuseram uma defesa agressiva, mas mesmo assim, a equipe da casa conseguiu se manter forte, abriu quatro gols e levou a diferença por mais da metade do segundo tempo. Um momento crítico foi a desqualificação da armadora Duda Amorim, grande força no ataque e defesa. Mesmo assim, o time verde e amarelo não se abalou e seguiu em frente com a ajuda do público. Quase no final da primeira parte chegou a abrir seis gols. No final, a Romênia conseguiu diminuir a diferença para cinco.

Embaladas pelo ritmo da torcida e continuando a impor uma defesa muito forte, as brasileiras conseguiram fazer nove gols de vantagem, puxadas pela agilidade da central Ana Paula. A Romênia perdeu totalmente o ritmo e não encontrava mais espaço no ataque. Nem mesmo a armadora eleita a melhor atleta do Mundo em 2915, Cristina Neagu, foi capaz de passar pela fortaleza brasileira. Totalmente sem saber o que fazem a Romênia na desistiu, mas não conseguiu alcançar mais as anfitriãs no marcador.

Muito emocionada, a ponta direita Alexandra Nascimento, que fez também uma grande partida comentou sobre o feito da equipe. “Conseguimos esquecer o passado e jogamos com o coração. Hoje quem jogou aqui foi o Brasil, com essa torcida espetacular, que arrepia. O Morten nos lembrou já no final que conquistamos mais dois pontos, mas que temos muito pela frente ainda. Já vamos pensar no próximo jogo.”

O técnico Morten Soubak lembrou que a Romênia é uma equipe muito dura de se vencer e que o Brasil já teve muitas dificuldades contra o País recentemente. “Estamos muito satisfeitos por conseguir vencer este jogo hoje. Perdemos para a Romênia no último Mundial na Dinamarca. Foi um jogo muito duro contra elas. Elas mereceram aquela vitória. Agora nos encontramos de novo e foi bom conseguir essa vitória e mais dois pontos. Mas ainda temos que buscar mais para garantir nossa classificação para as quartas de final”, disse o técnico.

Na próxima rodada, na quarta-feira (10), o Brasil, que agora soma dois pontos, volta a jogar pela manhã, às 9h30, contra a Espanha, que hoje sofreu uma derrota para a Noruega de virada.

Gols do Brasil: Ana Paula (8), Alexandra (4), Deonise (4), Samira (2), Duda (2),
Dara (1), Daniela (1), Fernanda (1), Jéssica (1), Bárbara (1) e Francielle (1). Gols da Romênia: Neagu (6), Geiger (2), Manea (2), Elisei (1), Vizitiu (1) e Chiper (1).

Tabela e resultado do grupo A

Sábado (6)
Brasil 31 x 28 Noruega
Montenegro 19 x 25 Espanha
Romênia 19 x 23 Angola

Segunda-feira (8)
Espanha 24 x 27 Noruega
Brasil 26 x 13 Romênia
21h50 – Angola x Montenegro

Quarta-feira (10)
9h30 – Brasil x Espanha
11h30 – Romênia x Montenegro
16h40 – Noruega x Angola

Sexta-feira (12)
9h30 – Brasil x Angola
14h40 – Romênia x Espanha
16h40 – Montenegro x Noruega

Domingo (14)
9h30 – Brasil x Montenegro
16h40 – Noruega x Romênia
19h50 – Espanha x Angola

A Seleção Feminina de Handebol encerrou os amistosos preparatórios para os Jogos Olímpicos em grande estilo. No último teste antes da estreia na Rio 2016, o Brasil bateu a Argentina por 24 a 14 (10 a 6 no primeiro tempo), na manhã desta terça-feira (2), no Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx), no Rio de Janeiro (RJ). Nos dois confrontos anteriores, as meninas venceram e depois empataram com a Holanda, atual vice-campeã mundial.

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Alexandra Nascimento, ponta direita (Juergen Bauer/arquivo)

“Colocamos em prática várias ideias de jogo nesses três amistosos. Aproveitamos para testar as movimentações com as novas regras, jogando sete contra seis tanto no ataque quanto na defesa. Foram três partidas muito boas. Mantivemos o ritmo e melhoramos alguns detalhes no sistema de jogo”, afirmou o técnico da Seleção Feminina, Morten Soubak. “Estamos prontos para os Jogos Olímpicos!”, completou o treinador, enfático.

A quatro dias da estreia contra a Noruega, atual campeã mundial e bicampeã olímpica, o Brasil ainda fará mais dois treinamentos para encarar esse difícil confronto. “Estamos um pouco ansiosos, assim como as norueguesas também devem estar. Mas são duas equipes experientes e acredito que a ansiedade não vai atrapalhar ninguém. Vamos nos preparar ao máximo nesses dias que restam e tentar fazer o nosso melhor na estreia”, encerrou Morten.

Gols do Brasil: Samira (7), Ana Paula (5), Duda (4), Deonise (3), Alexandra (1), Dara (1), Fran (1), Jéssica (1) e Tamires (1). Gols da Argentina: Campigli (5), Pizzo (4), Crivelli (1), Iascoi (1), Karsten (1), Mena (1) e Mendoza (1).

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Mais um bom teste para a Seleção Feminina de Handebol foi realizado neste domingo (31). Pela segunda vez esta semana, a equipe enfrentou a Holanda em um jogo amistoso preparatório para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no CCFEx, na Urca. A igualdade em quadra foi traduzida no placar. A partida terminou empatada em 23 gols (11 a 9 no primeiro tempo). O mais importante foi entrar em quadra mais uma vez para um jogo forte às vésperas da estreia contra a Noruega, no dia 6.

A partida começou com muita velocidade. O Brasil teve um pouco de dificuldade em acertar o ataque, mas mesmo assim, levou vantagem no placar desde o início. Pouco a pouco, o domínio brasileiro foi aumentando ainda mais e a equipe conseguiu ficar quatro gols à frente. A Holanda não desistiu. Aumentou a resistência na defesa e bloqueou os ataques brasileiros para se aproximar no marcador no fim da primeira etapa.

O segundo tempo foi ainda mais equilibrado. O placar começou a ser decidido gol a gol, colocando ainda mais emoção na partida. As brasileiras continuaram bem, principalmente na defesa, no entanto, a Holanda não deixou por menos e no final conseguiu deixar tudo igual.

A pivô e capitã da equipe, Fabiana Diniz, a Dara, disse que foi um bom embate, levando em consideração que tanto o Brasil quanto a Holanda estão entre os candidatos a medalha nos Jogos Olímpicos. “A Holanda já vinha com um bom time e se consagrou vice-campeão mundial. Vem em um crescimento como o Brasil e está sendo muito bom jogar com elas nesta reta final”, destacou.

“Temos uma boa relação com a Holanda. Concordamos em fazer estes dois amistosos. O bom é que a Holanda está com um estilo de jogo muito parecido com a Noruega. Estamos muito satisfeitos por ter feito estes dois jogos. Este é um momento que não podemos fazer nenhuma mudança, mas precisamos repetir e repetir o que estamos treinando para quando chegar a hora. Estamos com uma equipe que tem nível para brigar com os melhores. Mas, hoje tem muitas equipes que estão no mesmo nível”, acrescentou o técnico Morten Soubak.

As Seleções Femininas de Handebol do Brasil e da Holanda se encontraram nesta quinta-feira (28) para o primeiro de dois jogos marcados entre as equipes, como parte da preparação final de ambos para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No placar, as brasileiras se saíram melhores que as atuais vice-campeãs mundiais e terminaram na frente por 29 a 27 (17 a 14 no primeiro tempo).

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Mesmo com a vantagem no final da partida, para a equipe nacional, o mais importante não foi o resultado e sim poder colocar em prática as ações táticas que pretende usar durante os Jogos Olímpicos. Para a capitã e pivô da Seleção, Fabiana Diniz, a Dara, o Brasil entrou bem no duelo, mas ainda tem pontos a trabalhar e, felizmente, tem algum tempo para isso.

“O jogo foi bom. As sensações são de que estamos no caminho certo. Claro que poderia ser melhor e precisamos parar de cometer erros bobos, mas foi bom para analisar muita coisa. Mesmo com a vitória, temos a consciência de que existem coisas a serem feitas para enfrentar nossos adversários”, analisou a atleta.

No domingo (31), as brasileiras voltam a encontrar a Holanda, desta vez, com direito a público. O embate será em Cabo Frio (RJ), às 12h. Para encerrar a série de jogos, no dia 2, o Brasil enfrenta a Argentina, também no CCFEx.

Seleção Feminina – Convocadas para a Olimpíada

Goleiras – Bárbara Arenhart “Babi” (Vaci-Hungria) e Mayssa Pessoa (Vardar-Macedônia).

Armadoras – Deonise Fachinello (Odense-Dinamarca), Eduarda Amorim “Duda” (Gyor Audi ETO-Hungria) e Mayara Moura (Pinheiros-SP).

Centrais – Ana Paula Rodrigues (Bucareste-Romênia) e Francielle da Rocha “Fran” (Vegus/Guarulhos-SP).

Pontas – Alexandra Nascimento “Alê” (Vaci-Hungria), Fernanda França (Bietgheim-Alemanha), Jéssica Quintino (Odense-Dinamarca) e Samira Rocha (OGC Nice-França).

Pivôs – Daniela Piedade “Dani” (Fehervar FKC-Hungria), Fabiana Diniz ‘Dara’ (Bietgheim-Alemanha) e Tamires Morena (Dijon-França).

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Nesta quinta-feira (28), a Seleção Feminina de Handebol irá passar pelo primeiro dos três desafios que estão agendados antes da estreia nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A equipe fará um jogo-treino com a Holanda, às 10h30, no Centro de Capacitação do Exército (CCFEx), no Rio de Janeiro (RJ).

A partida faz parte da reta final de preparação da equipe para a principal competição do ciclo e, para isso, nada melhor do que enfrentar um oponente tão qualificado quanto o grupo holandês, vice-campeão mundial em 2015.

Já há alguns anos, o técnico Morten Soubak aponta a Holanda como um dos grandes adversários do Brasil e afirma que está no mesmo patamar de tantas outras que vêm ao Rio com condições de conquistar uma medalha olímpica. Por isso, fazer dois jogos com a equipe tem muito a acrescentar ao time brasileiro.

“A Holanda é vice-campeã mundial e é um time muito forte. Elas correm bastante e normalmente marcam muitos gols nos jogos que fazem. Mas na verdade não estamos tão focados na Holanda. Nosso pensamento é de como vamos utilizar esses amistosos para nos prepararmos para os adversários do nosso grupo nas Olimpíadas”, disse Morten.

No domingo (31), as brasileiras voltam a encontrar a Holanda, desta vez, com direito a público. O embate será em Cabo Frio (RJ), às 12h. Para encerrar a série de jogos, no dia 2, o Brasil enfrenta a Argentina, também no CCFEx.

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Ana Paula Rodrigues, central (Wander Roberto/Photo&Grafia)

A central Ana Paula Rodrigues, da Seleção Brasileira Feminina de Handebol anunciou na manhã desta quarta feira, 27/08, que está trocando de clube. A jogadora defendia o Bucaresti, da Romênia, e a partir da próxima temporada europeia, que começa após a Olimpíada, ela defenderá o Rostov, da Rússia.

Segundo informado pela própria atleta em sua conta no Facebook, o contrato é para as duas próximas temporadas.

Ana Paula está com a Seleção concentrada no Rio de Janeiro já visando a estreia nos Jogos Olímpicos. O primeiro compromisso das meninas do Brasil será no dia 6 de agosto, às 9h30, diante da Noruega.

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