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Material disponibilizado pela assessoria de imprensa da CBHb

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Duda, armadora da seleção brasileira (William Lucas/Photo&Grafia)

Maio foi mais um mês especial na vida de Eduarda Amorim, a Duda. No início do mês, a armadora do Györi Audi ETO KC, da Hungria, foi escolhida como melhor defensora da Champions League Feminina de Handebol e pôde comemorar o tricampeonato conquistado pela equipe que defende desde 2009.

De volta da Europa, está de férias de seu clube, mas vai defender o Brasil no III Torneio Quatro Nações – 9 a 11 de junho, em São Bernardo (SP) – e no Campeonato Pan Americano – 18 a 25 de junho, em Buenos Aires (ARG).

São mais alguns capítulos na carreira da consagrada atleta de 30 anos, que foi a primeira brasileira campeã da Champions (2013), conquistou o inédito título mundial com a seleção feminina e ganhou o prêmio de melhor jogadora da competição (2013); e foi eleita a melhor jogadora de handebol do mundo em 2014.

Mas como a armadora faz para se manter sempre motivada? E fora das quadras, quem é a Duda? Quais são seus gostos? E seus planos para o futuro? Essas e outras respostas da catarinense, na entrevista a seguir.

Uma palavra: guerreira
Comida: risoto de camarão da mãe
Uma saudade: infância
Uma música: One – U2
Passatempo: brincar com o Thor (cachorro)
Paixão: handebol
Sonho: ir para um safari

Como surgiu o handebol na sua vida?
Duda –
Foi na escola. Minha irmã (Ana Amorim) jogava na seleção júnior. Enquanto esperava os treinos dela, fui convidada para bater uma bola. Gostei e continuei.

 O que o handebol significa para você?
Duda –
Realizações, sucesso, aprendizado

Como é a Duda dentro de quadra?
Duda –
Focada. Feliz. Determinada.

Como é a Duda fora de quadra?
Duda –
Feliz. Dedicada. Ativa.

Uma curiosidade sobre você que ninguém saiba?
Duda –
Boa pergunta. Acho que muita gente não sabe que calço 43 (risos)

Você acompanha algum outro esporte?
Duda –
Gosto de ver algumas partidas de tênis. Acho interessante o nível de concentração de um esporte individual.

Qual o comparativo com o handebol, nesse sentido? O nível de concentração é diferente? O que você aprende assistindo ao tênis? Você acha esporte individual mais difícil que coletivo?
Duda –
Acho que individualmente é igual. Você tem que focar no seu trabalho e saber lidar com o erro; estar preparada para qualquer situação da partida, para os momentos bons ou ruins. Mas considero mais difícil, não tem muito espaço para ganhar se não estiver num dia bom. E no coletivo você recebe e dá ajuda… no tênis fica muito sozinho. Mas prefiro conquistar algo em grupo, é muito mais difícil juntar pessoas pra lutar pelo mesmo objetivo.

Já jogou tênis? Tem vontade de aprender?
Duda –
Tenho vontade de aprender. O segundo técnico do meu clube é um atleta amador muito bom. Já me convidou, mas nos meus dias livres preciso descansar o corpo. Quem sabe mais para frente.

Do que você mais sente falta do Brasil?
Duda –
Família, amigos e comida.

Normalmente, qual a primeira coisa que você faz quando chega ao Brasil? Como são seus dias quando está aqui?
Duda –
Corridos, mas sempre tem um tempinho para ir à praia e tomar um banho de mar, mesmo que gelado. Sempre encontro com minhas melhores amigas, sempre como rodízio de pizza ou carne porque na Europa não tem. E sempre tento visitar os familiares mais próximos.

Você ainda tem um bom tempo de quadra pela frente, mas já pensou no que vai fazer depois que parar de jogar?
Duda –
Eu ainda não tenho claro na minha cabeça se vou morar no Brasil ou na Macedônia (país natal do marido), mas eu gostaria de continuar no handebol, não como técnica, mas talvez como empresária (de jogadoras) ou delegada de partidas. Vamos ver se dá certo.

Por que não técnica? E por que essa vontade de ser delegada de partidas?
Duda –
Porque não acredito que teria paciência para ser técnica. É muito trabalho. Pensaria em handebol 24 horas por dia. Já faço isso hoje, não quero isso para depois da minha carreira. Talvez trabalhar com crianças, que é algo prazeroso, seria uma opção. Mas não decidi ainda. Como delegada, seria uma opção de me manter conectada com o handebol e uma posição que tem mais flexibilidades com horários de trabalho. Vamos ver mais para frente, aonde o destino me leva

E na vida pessoal, o que falta? Planeja ter filhos?
Duda –
Graças a Deus está tudo bem na vida pessoal. Planejo sim ter uma família. Provavelmente depois de Tóquio (Jogos Olímpicos de 2020). Devo fazer umas viagens primeiro e depois tentar engravidar

O Györi vem mantendo-se no topo há um bom tempo. A que você atribui isso?
Duda –
Ao profissionalismo do clube. Eles têm uma estrutura ótima e contratam boas jogadoras e bom técnico. Temos uma boa mentalidade e treinamos sempre 100%. Tudo isso fez o sucesso da equipe em todos esses anos.
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Você tem contrato com o Györi até 2019. Como é estar há tanto tempo em um só clube?
Duda –
Eu amo jogar aqui, é um lugar que me desafia todo dia. Tenho muito orgulho de fazer parte de todos esses anos de conquistas. E parece que estou fazendo história. Depois da (Anita) Gorbicz, eu sou a atleta que está há mais tempo no clube.

Você já conquistou muitas coisas com o Györi. Como se motiva para conquistar mais?
Duda –
Eu me considero uma lutadora e eu amo ganhar. Isso que me motiva: vitórias e a chance de conseguir títulos. Sem contar que todo ano a equipe sofre mudanças de jogadoras. Me motiva precisar me adaptar sempre e jogar com novas atletas de muita qualidade.

Sua rotina, em período de competição, é bem puxada. Sobra tempo para fazer algo mais
Duda –
É bem puxado sim, temos dois jogos por semana, treinamos, viajamos, assistimos a vídeos com o time e eu estudo vídeos em casa também. Mas faz parte, já vira uma rotina. Eu procuro também fazer outras atividades para relaxar a mente: sair com o marido, passear com o cachorro e estou fazendo um curso de gestão financeira à distância. Isso me ajuda a espairecer.

Você ganhou um prêmio individual mais uma vez, sendo eleita a melhor defensora da Champions League. Como faz para se manter no topo constantemente?
Duda –
É um desafio. Um dos motivos para me manter no topo é que nunca me acomodo. Mesmo quando fico feliz com minha performance, não fico totalmente satisfeita. Sempre acredito que posso evoluir em alguma área. E, também, porque enquanto jogar, quero aproveitar o máximo da minha carreira. Tudo o que eu tiver chance para conquistar vou lutar para conseguir.

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A Seleção Feminina de Handebol venceu a Argentina em jogo-treino disputado na cidade de Maria Enzersdorf, na Áustria, neste domingo (5). O jogo foi dividido em três tempos de vinte minutos cada, com vantagem do Brasil em todos: 10 a 8 no primeiro, 8 a 1 no segundo e 9 a 6 no terceiro. O placar final foi de 27 a 15. A artilheira foi a ponta direita Alexandra Nascimento, com cinco gols.

O técnico Morten Soubak ficou satisfeito com o desempenho e pela equipe ter cumprido os objetivos traçados para a partida. Durante o confronto, o Brasil foi muito bem nos contra-ataques, principalmente no segundo tempo. Quando a argentinas atacaram em superioridade, as brasileiras também defenderam bem.

A Seleção Feminina está concentrada na Europa desde o dia 26 de maio, primeiro na Dinamarca, seguida pela Áustria e Eslováquia. Nesta semana, enfrentam a Eslováquia em dois duelos, um nesta terça-feira (7) e outro na quarta-feira (8). A fase de treinamentos faz parte da preparação das brasileiras para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Seleção Feminina

Goleiras – Bárbara Arenhart (Nykobing F. Handboldklub- Noruega), Jéssica Oliveira (São Caetano-SP) e Mayssa Pessoa (CSM Bucaresti-Romênia).

Armadoras – Deonise Fachinello (CSM Bucaresti-Romênia), Eduarda Amorim “Duda” (Gyor Audi ETO KC-Hungria), Jaqueline Anastácio (SG BBM Bietigheim-Alemanha) e Juliana Malta (MKS Zaglebier Lubin-Polônia).

Centrais – Ana Paula Rodrigues (CSM Bucaresti-Romênia), Deborah Hannah (Pinheiros-SP), Francielle Gomes da Rocha “Fran” (Hypo Nö-Áustria) e Mayara Moura (Pinheiros-SP).

Pontas – Alexandra Nascimento “Alê” (Baia Mare-Romênia), Célia Costa Coppi (Metodista/São Bernardo-SP), Fernanda França (CSM Bucaresti-Romênia), Jéssica Quintino (MKS Selgros Lublin-Polônia), Larissa Araújo (AAU – Handebol Concórdia-SC) e Samira Rocha (OGC Nice-França).

Pivôs – Daniela Piedade “Dani” (Siofok KC-Hungria), Fabiana Diniz “Dara” (SG BBM Bietigheim-Alemanha) e Tamires Morena (Gyor Audi ETO KC-Hungria).

Por Thierry Gozzer, do Globoesporte.com
O fim da temporada europeia começa a movimentar o tabuleiro do mercado. E as brasileiras estão envolvidas em diversas mudanças na elite do handebol feminino mundial. Com as transações, grande parte da seleção brasileira que busca o ouro inédito no Rio 2016 terá nova casa antes mesmo das Olimpíadas. Para a temporada 2016/17 terão um novo clube as goleiras Mayssa e Babi, a central Ana Paula, as pontas Jéssica Quintino, Alê Nascimento e Fernanda, as armadoras Deonise e Karol Souza e a pivô Tamires Morena.

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Campeã da Champions League pelo Bucuresti, a goleira Mayssa deixou o clube da Romênia e vai jogar agora pelo Vardar, da Macedônia. Além dela, a ponta direita Alê Nascimento, que estava no Baia Mare, também da Romênia, será companheira de clube da armadora Karol Souza e da goleira Babi no Váci, da Hungria. Karol e Babi deixam a Dinamarca, onde jogavam no Nykøbing.

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Ana Paula Rodrigues e Fernanda Silva deixam o Bucuresti, da Romênia (Foto: Divulgação/Bucuresti)

A ponta Jéssica Quintino sai da Polônia para jogar na Dinamarca, no Odense, mesmo destino da central Ana Paula e de Deonise. Já a pivô Tamires Morena, após passagens por Gyori e seu Time B, vai para o  Dijon Bourbone, da França. Por último, Fernanda, que não participou da final da Champions League pelo Bucuresti, defenderá o Bietigheim, da Alemanha, que também tem a armadora Jaqueline Anastácio.

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Duda Amorim, melhor jogadora de handebol do mundo em 2014, renovou contrato com seu clube na Hungria (Foto Arquivo)

Se algumas trocam de time, o destino da capitã Dara é diferente. Ela já havia anunciado a aposentadoria e deixa o  Bietigheim. Capitã do time de Morten Soubak, ela só estará em ação nos Jogos Olímpicos. Ídolo no Gyori, da  Hungria, Duda renovou contrato com o time por mais três anos. A pivô Dani Piedade também vai continuar no país jogando pelo Siófok KC. Jogadora do Nice, da França, a ponteira Samira ainda não teve seu destino selado.

– Estou muito orgulhosa de continuar a jogar no Gyor, é uma oportunidade excepcional para mim. É uma enorme motivação jogar em um clube tão prestigiado. Sinto que ainda posso continuar a evoluir. Sinto que fiz a melhor decisão ao continuar aqui – disse Duda à época da renovação com o Gyori.

No Brasil, a armadora Amanda Andrade e ponta Larissa devem permanecer no Concórdia, enquanto a armadora Hannah Nunes está no Metodista. Já a central Mayara joga no Pinheiros, de São Paulo

A partir desta quinta-feira, a seleção brasileira se reúne na Áustria para mais um período de treinos visando os Jogos Olímpicos. Além dos treinos, o Brasil fará atividades contra a seleção da Dinamarca, que não virá aos Jogos, e a Eslováquia. Depois, no fim de junho, o time se encontra novamente, desta vez no Rio de Janeiro, quando deve fazer um amistoso na Arena do Futuro, no Parque Olímpico da Barra, com um rival que ainda será definido. Em julho, o time faz o período final de treinos, também na Cidade Maravilhosa.

As Seleções Masculina e Feminina de Handebol já sabem a ordem dos adversários e os horários das partidas da primeira fase dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de acordo com a tabela oficial divulgada pela organização. Enquanto o masculino fará todos os jogos à tarde, a Seleção Feminina, campeã mundial em 2013, joga a maioria das partidas pela manhã. Os adversários foram conhecidos durante o sorteio realizado no mês passado.

A Seleção Feminina, que integra o grupo A, composto por países de grande tradição, incluindo a atual campeã Noruega, inicia, talvez, com o maior desafio da fase classificatória. No dia 6 de agosto estreia abrindo a rodada com a Noruega, às 9h30. As adversárias são as atuais bicampeãs olímpicas e medalhistas de ouro no último Mundial. Na segunda rodada, às 16h40, o Brasil enfrenta a Romênia, equipe que eliminou a equipe de Morten Soubak no Mundial da Dinamarca em 2015. A Espanha será o terceiro desafio das brasileiras, no dia 10, às 9h30. No dia 12, o Brasil joga com Angola, às 9h30. Por fim, as brasileiras encerram a fase contra Montenegro, no dia 14, às 9h30.

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Morten Soubak, técnico da Seleção Feminina (Foto Arquivo)

Para o treinador da equipe feminina, o fato de começar com dois jogos contra equipes tradicionais não faz tanta diferença, pois todos eles são importantes para a classificação do Brasil para as quartas de final. “Temos que nos preparar para todos os jogos, então, não faz muita diferença enfrentar a Noruega e a Romênia logo no início.”

A Seleção Feminina se reúne na Europa a partir de quinta-feira (26) para mais uma etapa de treinos antes dos Jogos Olímpicos. O técnico Morten Soubak irá contar com 20 atletas por um período de 15 dias. “Faremos dois jogos-treino com a Noruega, um já no domingo (29) e outro na segunda-feira (30). Contra a Eslováquia jogaremos nos dias 7 e 8 de junho”, contou Morten.

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Felipe Borges, ponta (Wander Roberto/Photo&Grafia)

O masculino, que faz parte da chave B, joga sempre às 16h40 na primeira fase pela chave B, ao lado de Egito, Alemanha, Suécia, Eslovênia e Polônia. A estreia será no dia 7 contra a Polônia, atual medalhista de bronze no Mundial. O segundo jogo é contra a Eslovênia, no dia 9. No dia 11, os oponentes serão os alemães. O quarto jogo dos brasileiros será contra o Egito no dia 13, e o último da fase contra a Suécia, atual vice-campeã olímpica.

Jordi Ribera, técnico da Seleção Masculina, já tinha uma previsão de como seria a sequência de partidas, por isso, não ficou surpreso. “A Polônia fez um pré-olímpico fácil em casa e vem de uma medalha de bronze no Mundial do Qatar. É uma equipe de muito peso e que tem boa altura e conta com jogadores experientes que estão há bastante tempo juntos”, analisou Jordi.

Um fato positivo apontado pelo treinador é a regularidade no horário dos jogos do Brasil. “Estamos acostumados a jogar um pouco mais tarde. Mas, a partir disso, vamos fazer um planejamento para ter mais atividades nesse horário. O fato da tabela nos permitir fazer os jogos sempre no mesmo horário sempre ajuda bastante, pois permite um calendário mais regular”, encerrou.

Programação de jogos do Brasil

Feminino

Dia 06/08
9h30 – Noruega x Brasil

Dia 08/08
16h40 – Brasil x Romênia

Dia 10/08
9h30 – Brasil x Espanha

Dia 12/08
9h30 – Angola x Brasil

Dia 14/08
9h30 – Montenegro x Brasil

Dia 16/08
Quartas de final

Dia 18/08
Semifinais

Dia 20/08
11h30 – disputa do bronze
15h30 – disputa do ouro
17h30 – cerimônia de premiação

Masculino

Dia 07/08
16h40 – Polônia x Brasil

Dia 09/08
16h40 – Brasil x Eslovênia

Dia 11/08
16h40 – Brasil x Alemanha

Dia 13/08
16h40 – Egito x Brasil

Dia 15/08
16h40 – Suécia x Brasil

Dia 17/08
Quartas de final

Dia 19/08
Semifinais

Dia 21/08
10h30 – disputa do bronze
14h – disputa do ouro
16h – cerimônia de premiação

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Fernanda França, ponta esquerda, é uma das convocadas (Foto: Arquivo/CBHb)

Em contagem regressiva para briga por uma medalha nos Jogos Olímpicos do Rio, a Seleção Feminina de Handebol se prepara para mais uma fase de treinamento, a primeira após conhecer a chave em que irá disputar a primeira fase da principal competição do ciclo.

De 26 de maio a 10 de junho, o técnico Morten Soubak irá reunir 20 atletas para um período na Europa, com treinamentos na Áustria e jogos na Dinamarca e Eslováquia.

Segundo o treinador, a escolha dos adversários dos jogos preparatórios não é por eles terem estilo parecido com algum adversário das Olimpíadas e sim para que o Brasil possa colocar em prática as estratégias que vem preparando para a competição. “Se as outras fases já eram importantes, essa será ainda mais, pois já conhecemos nossos adversários”, frisou Morten. “Nessa etapa vamos continuar trabalhando com as ideias novas que temos implantado e que têm a ver com as novas regras. Todas as equipes estão preocupadas com isso. Mas, vamos continuar nosso trabalho de acordo com nosso planejamento.”

O País fará parte do grupo que terá, Angola, Espanha, Montenegro, Romênia e a atual campeã Noruega. Se chegar às quartas de final, irá cruzar com os classificados do grupo B, que conta com Coreia do Sul, Argentina, Suécia, Rússia, Holanda e França.

Esta será mais uma fase importante para a definição das 14 convocadas para Rio 2016. Como ainda conta com uma grupo mais amplo, Morten terá que fazer uma avaliação criteriosa de olho nas possibilidades do Brasil nos Jogos.

Duas atletas chamam atenção na lista de convocadas. O retorno da central Mayara Moura e da armadora esquerda Juliana Malta, que retornam de lesão. Para Morten, estas são duas atletas que têm totais condições de estar entre as 14 que irão ao Rio. “As duas estão voltando de cirurgia, mas têm feito um excelente trabalho de fisioterapia. Eu estou muito contente com a evolução delas no tratamento. Elas estão correndo contra o tempo e brigando para estar no grupo”, afirmou.

Depois da fase na Europa, a Seleção terá um período de treinamento no Brasil em junho e outra em julho, já às vésperas dos Jogos Olímpicos.

CONVOCADAS – Seleção Brasileira Feminina

Goleiras – Bárbara Arenhart (Nykobing F. Handboldklub- Noruega), Jéssica Silva de Oliveira (São Caetano-SP) e Mayssa Pessoa (CSM Bucaresti-Romênia).

Armadoras – Deonise Fachinello (CSM Bucaresti-Romênia), Eduarda Amorim (Gyor Audi ETO KC-Hungria), Jaqueline Anastácio (SG BBM Bietigheim-Alemanha) e Juliana Malta Varela de Araújo (MKS Zaglebier Lubin-Polônia).

Centrais – Ana Paula Rodrigues Belo (CSM Bucaresti-Romênia), Deborah Hannah Pontes Nunes (Pinheiros-SP), Francielle Gomes da Rocha (Hypo Nö-Áustria) e Mayara Fier de Moura (Pinheiros-SP).

Pontas – Alexandra Nascimento (Baia Mare-Romênia), Célia Costa Coppi (Metodista/São Bernardo-SP), Fernanda França (CSM Bucaresti-Romênia), Jéssica Quintino (MKS Selgros Lublin-Polônia), Larissa Fais Munhoz Araújo (AAU – Handebol Concórdia-SC) e Samira Rocha (OGC Nice-França).

Pivôs – Daniela Piedade (Siofok KC-Hungria), Fabiana Diniz (SG BBM Bietigheim-Alemanha) e Tamires Morena Lima de Araújo (Gyor Audi ETO KC-Hungria).

13133265_800394500095669_6091857060182370702_nNa tarde desta sexta-feira, 29/04, foi realizado no Rio de Janeiro os sorteios dos grupos para a primeira fase dos torneios masculino e feminino do Handebol nas Olimpíadas Rio de Janeiro 2016. Alguns leitores me perguntaram o que achei das chaves, entãoaqui vão pequenas análises dos grupos.

FEMININO
Brasil está no grupo A, ao lado de Angola, Montenegro, Espanha, Romênia e Noruega. Grupo complicado, tendo como forças as norueguesas, espanholas, romênas (que eliminaram o Brasil no último Mundial), e o próprio Brasil. Se o Brasil conseguir se classificar bem, em 1º ou 2º do grupo, temos reais chances de uma medalha. Noruega deve terminar em 1º.

MASCULINO
Brasil ficou no grupo B, ao lado de Polônia, Eslovênia, Suécia, Alemanha e Egito. Grupo não tão c0mplicado quanto a outra chave, mas não significa que será fácil. Projeto vitórias do Brasil sobre Eslovênia e Egito. O caminho é tentar arrancar pontos contra Alemanha e Suécia, times contra quem o Brasil já fez jogos equilibrados e até já venceu. Aposto na Suécia como líder do grupo na 1ª fase.

 

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