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O momento mais marcante da história do handebol brasileiro ficará eternizado na memória dos fãs e admiradores do esporte. O título mundial inédito de 2013 conquistado pela Seleção Feminina na Sérvia é tema do filme ‘Meninas de Ouro’, que conta toda a trajetória da equipe até chegar a maior glória.

Uma iniciativa da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que fez uma parceria com a produtora Canal Azul, responsável pelas filmagens. A história será lançada nesta quarta-feira (27), às 23h, no canal por assinatura ESPN.

O documentário conta com depoimentos de atletas que fizeram parte da equipe campeã mundial, do técnico Morten Soubak, do presidente da CBHb e de jogadoras que fizeram parte da história da modalidade no Brasil, trilhando um longo caminho de trabalho e dedicação para que o esporte evoluísse e chegasse onde chegou.

As palavras da capitã Fabiana Diniz, a Dara, traduz todo o sentimento da equipe ao ver a conquista eternizada em um documentário. “Esse filme será algo mágico. Será a forma mais ‘concreta’ de mostrar o que vivemos para as pessoas. Cada uma de nós leva dentro de si tudo o que sentimos, mas ver isso exteriorizado em um filme é magia pura, é emoção! É como ganhar outra vez. É tudo de bom. Difícil explicar. Será maravilhoso poder ver e ‘reviver’ isso todas as vezes que quisermos. Estou mega feliz com essa oportunidade”, comemorou.

O presidente da CBHb, Manoel Luiz Oliveira, diz que o filme será um grande marco. “Esse fato inédito merecia ser eternizado. Se levarmos em conta, não chega a dez o número de países que foram campeões mundiais. É uma grande honra que vamos lembrar para sempre”, comentou o dirigente.

Manoel afirma que não poderia haver melhor ocasião para o lançamento do filme. “Este é um momento muito especial e oportuno, pois estamos às vésperas dos Jogos Olímpicos. Entendemos que é um período excepcional. Tenho certeza que a alma e o coração de todos os envolvidos com o handebol no Brasil vão estar lá. Estamos muito ansiosos para ver o resultado”, disse.

ESPORTE INTERATIVONesta segunda feira, 22/12, o canal Esporte Interativo vai exibir duas atrações especiais em comemoração ao aniversário de um ano do inédito e histórico título Mundial conquistado pela seleção brasileira feminina de handebol.

Às 15h30 (horário de Brasília), a emissora reprise, na íntegra, a final em que o Brasil derrotou a Sérvia, na casa do adversário, por 22 a 20.

E para fechar o dia, às 22h (horário de Brasília), o canal exibe um programa especial sobre a conquista.

Vale a pena relembrar e se emocionar novamente com esse dia histórico que colocou o Brasil definitivamente no mapa mundial do Handebol.

Para saber como assistir o Esporte Interativo, acesse: www.esporteinterativo.com.br

212188_373148_img_1013_1Há um ano, o coração de muitos brasileiros bateu mais forte e os olhos do País se voltaram para um grupo de guerreiras que levantou a bandeira verde e amarela no lugar mais alto do pódio e colocou o handebol brasileiro na história.

Foram momentos de muita luta, suor e, acima de tudo, coragem, para vencer as sérvias dentro da casa delas, diante de um público de 20 mil pessoas. Mas naquele 22 de dezembro de 2013, a união, a vontade e o desejo de realizar um sonho falaram mais alto. Um ano depois, todos que fizeram parte dessa conquista vêem um filme passando pela cabeça e em alguns momentos custam a acreditar, mas têm a certeza de que foi merecido e que esse foi o primeiro passo de um longo caminho de vitória.
O handebol brasileiro vem evoluindo consideravelmente há anos. A Seleção Feminina já estava chamando atenção e despertando cada vez mais o interesse do público e também da mídia. O título mundial na Sérvia veio depois de um quinto lugar no Mundial do Brasil em 2011 e de um sexto nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012. Nessas ocasiões faltava pouco, e as derrotas, que tanto machucaram, só serviram de estímulo para buscar algo ainda maior.

Um ano depois, o coração ainda bate mais forte ao ter em mente a imagem do placar em 22 a 20 a favor do Brasil. Uma das que mais se emociona é a capitã Fabiana Diniz, a Dara, responsável por levantar primeiramente a taça no pódio.

212185_373135_img_0042“Quando me lembro do Mundial da Sérvia, penso em tanta coisa boa! Primeiro que ganhamos”, brincou a bem humorada capitã. “Mas, o que mais vem na cabeça foi a nossa convivência em grupo. Foram tantos dias maravilhosos juntas, que foram finalizados com chave de ouro. Foi divertido, foi gostoso. Pode parece que falo isso porque ganhamos, e é mesmo. Ficou claro que quando as coisas caminham em harmonia, não tem como dar errado”, exclamou.

Para ela, o diferencial para conquistar o título teve também, além do talento, tática e técnica, muita vontade e união. “Para mim, tivemos coragem e fomos uma equipe de 16 jogadoras dentro e fora de quadra. Para muitos, isso pode não parecer a diferença e nem é importante, mas para nós foi.”

212185_373141_img_0121A vitória trouxe também outras responsabilidades, que segundo Dara, o grupo está sabendo lidar muito bem. Para a capitã, o importante é não ficar parado e continuar buscando ainda mais. “Esse ano foi duro no sentido de aprendizagem. Quando passamos a vencer, a pressão e as dificuldades aumentaram. Nunca havíamos ganhado algo tão grande e isso teve seu preço. Passamos a ser um diferencial, passamos a receber críticas, muitas vezes negativas, mas faz parte de um mundo novo para nós, o mundo dos campeões, e sinceramente é muito bom, desafiador e motivante”, explicou.

Eleita a melhor atleta da competição, a armadora Eduarda Amorim também destaca a união do grupo para a realização do sonho há muito tempo buscado. Para Duda, as lembranças trazem momentos extremamente agradáveis. “Sinto uma alegria imensa, lembro dos nossos sorrisos, da celebração, de como foi um momento gostoso de viver”, recordou.

212185_373132_img_0025Disputar uma final diante de um público de 20 mil pessoas, apoiando fanaticamente a Sérvia, que tinha a vantagem de jogar em casa, poderia deixar qualquer equipe intimidada, mas não foi o que aconteceu com o Brasil. “Acredito que não nos intimidamos contra a Sérvia, contra aquele ginásio lotado. Estávamos focadas e queríamos muito mesmo aquele ouro. E trabalhamos juntas, em todos os momentos do jogo”, acrescentou a catarinense.

O técnico Morten Soubak, apesar de lembrar com alegria dos momentos de triunfo, já projeta os próximos passos da Seleção. “Minha cabeça está à frente, nas nossas próximas metas. Ainda fico muito feliz pelo que conquistamos, mas todos nós temos que pensar à frente. Esse título talvez tenha sido uma das maiores surpresas do handebol feminino. Foi a primeira vez que o Brasil alcançou essa conquista e somente a segunda vez que um país não europeu venceu”, lembrou.

212188_373152_img_1036Ele frisa que o Brasil tem um grande trabalho pela frente se quiser se manter no topo e conquistar os próximos compromissos, como os Jogos Pan-Americanos e o próximo Mundial. “Queremos muito continuar vencendo. Hoje, as Seleções europeias nos vêem como os campeões mundiais. A equipe a ser vencida. Eles já tinham respeito por nós, pela nossa evolução, mas todos querem derrubar o atual campeão. Por isso, vamos seguir trabalhando muito para conquistar nossos próximos objetivos”, acrescentou.

O presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, acompanhou tudo de perto, ao lado de outros dirigentes do handebol internacional. Antes mesmo do final da partida decisiva, estava sendo cumprimentado por todos pelo feito inédito, um motivo inigualável de orgulho, porém, para ele o que vem pela frente também é extremamente importante.

“Continuamos muito felizes. O título trouxe uma série de benefícios, mas também compromissos. Passamos a ocupar um lugar maior na mídia e passamos a contar com parceiros que chegaram um pouco antes dessa conquista e que têm nos apoiado muito. Por outro lado, tudo isso nos traz uma série de outras responsabilidades. Hoje somos o país a ser batido e temos que continuar nos esforçando se quisermos nos manter em primeiro lugar”, concluiu.

"Raça, Brasil", de Monique Danello, relata os bastidores do inédito título Mundial de 2013

“Raça, Brasil”, de Monique Danello, relata os bastidores do inédito título Mundial de 2013

A jornalista Monique Danello, repórter do canal de TV Esporte Interativo lança neste mês de maio o livro “Raça, Brasil”, que aborda o título inédito conquistado pela Seleção Brasileira Feminina de Handebol no Campeonato Mundial de 2013, disputado em dezembro passado na Sérvia.

Monique já havia trabalhado na cobertura do Campeonato Mundial de 2011, que aconteceu no Brasil, e viu de perto tudo o que cercou os bastidores nos dois anos seguintes, passando pelas Olimpíadas de Londres em 2012, e culminando com a conquista do Mundial.

O feito que já deixa a atual geração do handebol feminino brasileiro marcada na história do esporte nacional é contado por quem esteve lá, e se envolveu diretamente com as atletas.

O livro conta com depoimentos das jogadoras e relata especialmente acontecimentos e detalhes de bastidores que coroaram o histórico título Mundial.

CLIQUE AQUI E ASSISTA a fala da autora do livro sobre o conteúdo da obra.

O livro já está em pré-venda, e pode ser adquirido CLICANDO AQUI.

A Seleção Feminina de Handebol ainda vive o clima do título mundial conquistado na Sérvia, em dezembro de 2013. Pela primeira vez praticamente completo depois da conquista, o grupo terá uma noite especial, nesta sexta-feira (28), em Aracaju (SE), onde participa de uma fase de treinamento durante esta semana. Às 20h, no hotel Mercure, as atletas irão desfilar a nova coleção de uniformes da Asics e contarão com a presença ilustre da banda Jammil, que canta a música tema da Seleção no Mundial: “Celebrar”.

Alexandra Nascimento, ponta do Brasil

Alexandra Nascimento, ponta do Brasil

A apresentação do grupo durante o desfile, foi um presente que a banda Jammil deu à Seleção. “Ter uma canção vinculada ao esporte nos deixa muito felizes. Esporte é dedicação, superação e alegria, sentimentos que tentamos passar na letra da música. Essas meninas do handebol tem muita garra e talento e merecem todas as suas conquistas”, disse o vocalista da banda, Levi Lima.

O momento promete ser mesmo uma grande celebração. A medalha de ouro no Mundial foi uma conquista inédita para o handebol brasileiro e fez história não só no País, mas também nas Américas, e tem grande importância para todo o ciclo, que tem como objetivo principal os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

O jantar somente para convidados e para a imprensa contará com a presença das 19 convocadas, incluindo a ponta direita Alexandra Nascimento, eleita a melhor atleta de handebol do Mundo em 2012, da armadora Eduarda Amorim, escolhida a melhor jogadora do Mundial, e da goleira Bárbara Arenhart, a melhor em sua posição na competição.

A equipe masculina também estará representada pelo goleiro Marcos Paulo dos Santos, o armador Gustavo Nakamura, o Japa, e pelo ponta Lucas Cândido.

O troféu de campeãs mundiais da Seleção Feminina de Handebol chegou em casa. A equipe medalha de ouro na Sérvia, em dezembro de 2013, que treina durante toda esta semana em Aracaju (SE), entregou oficialmente o símbolo da conquista à sede da Confederação Brasileira de Handebol, que fica na capital sergipana. A ação foi uma forma de homenagear todo o trabalho que existe por traz do feito inédito e de todos os êxitos do Brasil na modalidade.

Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb recebe o troféu de campeão mundial, conquistado pela Seleção Feminina na Sérvia, em dezembro de 2013

Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb recebe o troféu de campeão mundial, conquistado pela Seleção Feminina na Sérvia, em dezembro de 2013

A representante do grupo no momento da entrega foi a capitã da equipe, Fabiana Diniz, a Dara. “É um grande orgulho entregar esse troféu para a Confederação. Nós estávamos centro de quadra na Sérvia, mas sabemos que por traz desse título existe um grande trabalho, com muita gente envolvida para nos dar suporte para que essa medalha fosse possível. Tivemos muito apoio e muito investimento para que isso acontecesse”, resumiu a paulista, que atualmente joga no clube austríaco Hypo Nö.

O presidente da Confederação, Manoel Luiz Oliveira, recebeu  o prêmio com muito orgulho, pois como ele próprio enfatizou, a conquista inédita para toda a América, foi um grande reconhecimento e um incentivo enorme para o desenvolvimento da modalidade no País. “Esse troféu significa muito mais responsabilidade e trabalho. Nossa grande meta sempre foi colocar essa modalidade como vencedora, reconhecida pela sociedade e pelos investidores. Ficamos muito felizes com este título e sabemos que ainda temos muito mais pela frente. Tudo isso faz parte de um objetivo muito grande para colocar o Brasil no pódio em 2016.”

A agenda da Seleção Feminina em Aracaju está bastante movimenta esta semana. Amanhã, a equipe fará uma visita no Complexo Operacional dos Correios (rua Acre), às 9h, e em seguida, na Agência do Banco do Brasil (Av. Mário Jorge Menezes Vieira, n° 2978). Os dois são os patrocinadores oficiais da modalidade no Brasil e será uma grande forma de interagir com o público e com os funcionários. Logo mais, das 16h30 às 18h, a equipe fará o primeiro treino na cidade, no Instituto Federal de Sergipe.

Já na quarta-feira (26), a programação conta com uma visita ao projeto Tamar e ao núcleo do projeto MiniHand. Na sexta-feira, as atletas irão desfilar a nova coleção de uniformes da Asics para este ano. O grande evento será realizado no Hotel Mercure. As campeãs mundiais ficarão em Aracaju até o próximo domingo.

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O programa Band Esporte Clube, da TV Bandeirantes, exibiu no último fim de semana uma bela reportagem sobre a histórica conquista do Brasil, que em dezembro passado levantou o inédito título Mundial, em torneio disputado na Sérvia.

CLIQUE AQUI e assista à ótima reportagem feita pelo repórter Nivaldo Decillo, que conta com depoimentos de Alexandra, Duda, Babi, Débora Hannah e Dani Piedade.