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A Seleção Feminina de Handebol teve mais uma missão cumprida. Neste domingo (30), um grupo com 19 atletas encerrou a fase de treinamentos em Aracaju (SE), que teve início no dia 24. Além dos trabalhos de quadra e na academia, a equipe participou de uma série de eventos e teve o primeiro grande contato com o público depois da conquista do título do Mundial da Sérvia, em dezembro de 2013. Prova disso foi a quantidade de fãs que esteve no ginásio, somente para vê-las treinar. No final de cada jornada, uma multidão parava para tirar fotos e pedir autógrafos, algo com tamanha intensidade, inusitado para as atletas.

Dani Piedade autografa bola do Mundial

Dani Piedade autografa bola do Mundial

Durante a semana, elas entregaram oficialmente o troféu à Confederação Brasileira, fizeram visitas aos Correios e ao Banco do Brasil, ao Projeto Tamar, na Orla de Atalaia, participaram da entrega de dois núcleos do Projeto MiniHand, estiveram com os presidentes das Federações Estaduais, que estavam participando da Assembleia Geral da CBHb, e desfilaram os novos uniformes da Asics, durante uma grande festa, com a presença da banda Jammil, que canta a música tema da equipe na disputa do Mundial.

Tudo isso exigiu fôlego, mas foi bem gratificante, pois elas puderam perceber o quanto a grande conquista chamou atenção para a modalidade no País. A goleira Mayssa foi uma das que mais sentiu a diferença, já que se juntou ao grupo pela primeira vez depois do Mundial. Por conta de compromissos com o clube, ela não pôde estar presente na disputa dos Jogos Sul-Americanos do Chile, no início do mês, quando o Brasil garantiu mais um ouro.

Chapolins foram até Aracaju (SE) para ver a Seleção

Chapolins foram até Aracaju (SE) para ver a Seleção

“Esse título foi tudo. Foi uma coisa enorme, inexplicável. Depois da Sérvia, sentimos como aumentou o carinho das pessoas. Após o Mundial do Brasil, quando fomos eliminadas nas quartas de final, o assédio já havia aumentado, mas agora foi muito mais. Apareceram muito mais fãs”, confirmou a atleta paraibana.

Mayssa joga no clube russo Dinamo Volgograd e fica fora do Brasil a maior parte do ano. Por isso, sentir esse entusiasmo por parte do público se torna ainda mais importante e prazeroso. “Algumas pessoas chegam a chorar quando nos vêem. Antes não tínhamos tanto apoio, não tínhamos muitos fãs. As pessoas não sabiam quem eram as jogadoras da Seleção. Agora temos um reconhecimento grande, não só dos fãs, mas também dos patrocinadores, que estão ajudando a conseguir tudo isso. O handebol está crescendo e acredito que até 2016 vai crescer cada vez mais. Se ganharmos mais uma medalha no Mundial de 2015, em 2016 poderemos ser como o vôlei e o basquete, que são muito reconhecidos. Estamos seguindo os mesmos passos e eu fico super feliz”, acrescentou.

Alexandra Nascimento sente o carinho de uma das fãs

Alexandra Nascimento sente o carinho de uma das fãs

O feito inédito e tanto assédio não tirou os pés da equipe no chão. Como o maior objetivo é uma medalha olímpica no Rio de Janeiro, elas sabem que têm muito trabalho pela frente e a dedicação tem que continuar desde já. “Tivemos aqui mais uma fase de treinos. Sabemos que 2013 já passou. Ainda estamos comemorando, mas temos que seguir em frente. Estes treinamentos foram já visando as próximas competições”, disse Mayssa, lembrando que em 2015, o Brasil disputa o Pan-Americano de Handebol, os Jogos Pan-Americanos e o próximo Mundial, em dezembro na Dinamarca.

A Seleção Feminina de Handebol, campeã mundial na Sérvia, em 2013, teve mais motivos para celebrar, nesta sexta-feira (28). Em um grande evento em Aracaju (SE), a equipe desfilou a nova coleção de uniformes da Asics, patrocinador oficial do handebol brasileiro, ao som da banda Jammil, que tocou a música ‘Celebrar’, tema da equipe durante o Campeonato Mundial da Sérvia, no qual o Brasil conquistou o título de campeão. O desfile teve também presença de três atletas representando a Seleção Masculina, o goleiro Marcão, o armador Japa e o ponta Lucas Cândido.

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A música representa todo o esforço, a motivação e a conquista da equipe durante o campeonato. O tema foi escolhido pela psicóloga da equipe, Alessandra Dutra, que trabalhou a canção com a equipe desde a preparação para a competição. Depois das quartas de final, quando o Brasil garantiu a classificação para a semi, a música embalou o aquecimento da equipe e deu ainda mais motivação. A presença da banda foi um presente que os integrantes deram à Seleção nesta noite, por se sentirem homenageados pela escolha do tema.

Levi Lima, vocalista da banda Jammil, disse que para o grupo é um grande orgulho fazer parte dessa conquista. “Ter uma canção vinculada ao esporte me deixa muito feliz. Esporte é dedicação, superação e alegria. Sentimentos que tentamos passar na letra da musica. Essas meninas do handebol têm muita garra e talento e merecem todas as suas conquistas”.

A ponta direita Alexandra Nascimento adorou a festa, que fez com que a equipe relembrasse momentos marcantes do título inédito. “Estávamos muito ansiosas por este momento em que iríamos conhecer nossos novos uniformes. Desfilar foi algo realmente diferente. Além disso, tivemos a presença do Jammil, que nos deu um grande presente. Essa música, escolhida pela nossa psicóloga, foi muito importante para nós, pois marcou o nosso título”, disse a jogadora, que foi eleita a melhor do Mundo em 2012.

O goleiro Marcos  Paulo dos Santos, o Marcão, foi um dos que se saiu melhor na experiência como modelo. “O uniforme ficou muito bonito. Quero muito vestir essa camisa”, disse o experiente jogador.

VEJA GALERIA DE FOTOS DO DESFILE DOS NOVOS UNIFORMES DO BRASIL:

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Para o presidente da Confederação Brasileira de Handebol, o momento foi de uma enorme celebração. Além disso, é uma honra contar com um parceiro como a Asics, como fornecedor oficial de material esportivo. “Ficamos extremamente felizes por contar com um parceiro como a Asics, que desenvolveu produtos de alta tecnologia específicos para o handebol. Desde que iniciamos a parceria, contamos com materiais de qualidade e que atendem nossos atletas ajudando na performance, para que conseguíssemos tantas conquistas. Tenho certeza de que esta nova coleção será mais um grande sucesso.”

O novo uniforme foi elaborado com tecidos inteligentes e tecnológicos que visam a melhora da performance dos atletas. O material conta com a tecnologia exclusiva da Asics chamada Hidrology, que ajuda na rápida absorção do suor e mantém o corpo seco.

Outro diferencial dos uniformes são os recortes em mesh (que deixam o produto mais respirável), costuras reforçadas e modelagem slim, que valoriza a forma física dos atletas. Além do lado high tech, o material conta com elementos inspirados da fauna brasileira.

A ponta Alexandra Nascimento, campeã do mundo com a seleção brasileira em 2013, e melhor jogadora do mundo em 2012 participou de um comercial de TV para a marca Vigor. Assista:

A Seleção Feminina de Handebol ainda vive o clima do título mundial conquistado na Sérvia, em dezembro de 2013. Pela primeira vez praticamente completo depois da conquista, o grupo terá uma noite especial, nesta sexta-feira (28), em Aracaju (SE), onde participa de uma fase de treinamento durante esta semana. Às 20h, no hotel Mercure, as atletas irão desfilar a nova coleção de uniformes da Asics e contarão com a presença ilustre da banda Jammil, que canta a música tema da Seleção no Mundial: “Celebrar”.

Alexandra Nascimento, ponta do Brasil

Alexandra Nascimento, ponta do Brasil

A apresentação do grupo durante o desfile, foi um presente que a banda Jammil deu à Seleção. “Ter uma canção vinculada ao esporte nos deixa muito felizes. Esporte é dedicação, superação e alegria, sentimentos que tentamos passar na letra da música. Essas meninas do handebol tem muita garra e talento e merecem todas as suas conquistas”, disse o vocalista da banda, Levi Lima.

O momento promete ser mesmo uma grande celebração. A medalha de ouro no Mundial foi uma conquista inédita para o handebol brasileiro e fez história não só no País, mas também nas Américas, e tem grande importância para todo o ciclo, que tem como objetivo principal os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

O jantar somente para convidados e para a imprensa contará com a presença das 19 convocadas, incluindo a ponta direita Alexandra Nascimento, eleita a melhor atleta de handebol do Mundo em 2012, da armadora Eduarda Amorim, escolhida a melhor jogadora do Mundial, e da goleira Bárbara Arenhart, a melhor em sua posição na competição.

A equipe masculina também estará representada pelo goleiro Marcos Paulo dos Santos, o armador Gustavo Nakamura, o Japa, e pelo ponta Lucas Cândido.

A Confederação Brasileira de Handebol fez, nesta quarta-feira (26), o lançamento de mais dois núcleos do projeto MiniHand, voltado para a iniciação de crianças na prática da modalidade. As escolas contempladas foram a EE Olímpia Bitencourt, em Aracaju (SE), e o Colégio Estadual Leão Magno Brasil, em Nossa Senhora do Socorro (SE). A ação foi motivo de comemoração para as crianças das duas escolas presentes, que tiveram também contato com quatro atletas da Seleção Feminina de Handebol, que está treinando em Aracaju até o próximo domingo (30), a ponta direita Alexandra Nascimento, as pivôs Fabiana Diniz e Daniela Piedade, e a goleira Bárbara Arenhart, e com a comissão técnica.

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O projeto, que é feito em parceria com os Correios e o Banco do Brasil, patrocinadores oficiais da modalidade, conta atualmente com 12 núcleos instalados em diferentes Estados. São dois em Cabo Frio (RJ), um em Vitória (ES), Um em Vila Velha (ES), um em São Paulo (SP), um em São Bernardo do Campo (SP), dois em Goiânia (GO) e dois em Anápolis (GO). Ainda este ano, a meta é aumentar significativamente o número de escolas atendidas, também em outras localidades.

Durante a cerimônia, realizada na Secretaria de Educação do Estado de Sergipe, foram entregues os kits, que contêm bolas, coletes, camisetas para os monitores e apostilas. O secretário de Estado da Educação, Belivaldo Chagas, comentou sobre a importância desses núcleos e do incentivo que a presença das atletas campeãs mundiais levou para as crianças. “Este é um ato muito importante, principalmente para os alunos das duas escolas. Estamos fazendo nesse governo um trabalho voltado para o esporte, para o desenvolvimento das crianças. Esse exemplo trazido aqui hoje é fundamental para esses alunos. Temos uma Seleção campeã mundial, que certamente irá nos dar ainda mais orgulho”, disse.

A diretora da escola Olímpia Bitencourt, Martha Maria Amorim Mota, destacou a importância da chegada de um dos núcleos do projeto para as crianças. “Estamos iniciando esse trabalho, que será muito bom para nossa escola. É um apoio muito importante. Os alunos estão abraçando esse projeto e tenho certeza que será muito positivo”, comentou.

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Zenaide Barros é diretora do Colégio Estadual Leão Magno Brasil e diz que o projeto irá agregar muita coisa, inclusive novos valores para as crianças. “Sabemos que hoje o esporte na escola agrega muito a essas crianças. Nossa escola fica localizada em uma comunidade mais humilde, com muitos problemas, mas somos referência. Atualmente, já desenvolvemos alguns esportes lá. Tentamos resgatar valores e o esporte é fundamental para isso. Contribui muito para que eles não tenham interesse por coisas que são maléficas para o próprio desenvolvimento.”

O presidente da Confederação Brasileira de Handebol, Manoel Luiz Oliveira, lembrou que a modalidade é uma das mais praticadas no ambiente escolar. “Esse é um esporte originário das escolas e ficamos muito orgulhosos por desenvolver ações voltadas para elas. Ficamos felizes em saber que estamos apoiando e ajudando no desenvolvimento e ocupação dessas crianças.”

Passeio – Mais cedo, toda a Seleção Feminina aproveitou a manhã para fazer uma visita ao Projeto Tamar, que fica no Oceanário, na Orla de Atalaia, em Aracaju (SE). As atletas tiveram uma aula sobre a vida das tartarugas, foco principal do projeto, e conheceram as diferentes espécies. O momento, além de trazer conhecimento, também foi bastante divertido, principalmente, quando elas puderam tocar em algumas espécies marinhas.

A ação faz parte da iniciativa do handebol brasileiro de sempre procurar contribuir com a preservação ambiental.

EE Olímpia Bitencourt
Rua Roberto Morais, 349 – bairro Santos Dumont, Aracaju (SE)

Colégio Estadual Leão Magno Brasil
Av. aB s/n, conjunto Jardim – centro, Nossa Senhora do Socorro (SE)

A Seleção Feminina de Handebol teve uma manhã bastante agitada, em Aracaju (SE), onde treina durante esta semana. O grupo campeão mundial na Sérvia, em 2013, fez uma visita ao Complexo Operacional dos Correios e à agência do Banco do Brasil na Av. Mário Jorge Menezes Vieira. As ações de relacionamento com os patrocinadores oficias do handebol no Brasil foram um sucesso e importantes para que as atletas tivessem contato com o público e com os colaboradores das empresas.

Seleção Feminina de Handebol em visita aos Correios de Aracaju (SE)

Seleção Feminina de Handebol em visita aos Correios de Aracaju (SE)

A manhã rendeu muitas fotos, autógrafos e conversa com os fãs da modalidade. As atletas, como sempre, se interessaram pelos detalhes do processo de envio de correspondência no Correios e distribuíram camisetas autografadas aos clientes do Banco do Brasil, sempre com muita simpatia.

Esta tarde, a Seleção faz o primeiro treino no Instituto Federal de Sergipe, das 16h30 às 18h. Já nesta quarta-feira (26), a programação conta com uma visita ao projeto Tamar e ao núcleo do projeto MiniHand, na parte da manhã. Na sexta-feira, as atletas irão desfilar a nova coleção de uniformes da Asics para este ano. O grande evento será realizado no Hotel Mercure, às 20h. As campeãs mundiais ficarão em Aracaju até o próximo domingo.

O troféu de campeãs mundiais da Seleção Feminina de Handebol chegou em casa. A equipe medalha de ouro na Sérvia, em dezembro de 2013, que treina durante toda esta semana em Aracaju (SE), entregou oficialmente o símbolo da conquista à sede da Confederação Brasileira de Handebol, que fica na capital sergipana. A ação foi uma forma de homenagear todo o trabalho que existe por traz do feito inédito e de todos os êxitos do Brasil na modalidade.

Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb recebe o troféu de campeão mundial, conquistado pela Seleção Feminina na Sérvia, em dezembro de 2013

Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb recebe o troféu de campeão mundial, conquistado pela Seleção Feminina na Sérvia, em dezembro de 2013

A representante do grupo no momento da entrega foi a capitã da equipe, Fabiana Diniz, a Dara. “É um grande orgulho entregar esse troféu para a Confederação. Nós estávamos centro de quadra na Sérvia, mas sabemos que por traz desse título existe um grande trabalho, com muita gente envolvida para nos dar suporte para que essa medalha fosse possível. Tivemos muito apoio e muito investimento para que isso acontecesse”, resumiu a paulista, que atualmente joga no clube austríaco Hypo Nö.

O presidente da Confederação, Manoel Luiz Oliveira, recebeu  o prêmio com muito orgulho, pois como ele próprio enfatizou, a conquista inédita para toda a América, foi um grande reconhecimento e um incentivo enorme para o desenvolvimento da modalidade no País. “Esse troféu significa muito mais responsabilidade e trabalho. Nossa grande meta sempre foi colocar essa modalidade como vencedora, reconhecida pela sociedade e pelos investidores. Ficamos muito felizes com este título e sabemos que ainda temos muito mais pela frente. Tudo isso faz parte de um objetivo muito grande para colocar o Brasil no pódio em 2016.”

A agenda da Seleção Feminina em Aracaju está bastante movimenta esta semana. Amanhã, a equipe fará uma visita no Complexo Operacional dos Correios (rua Acre), às 9h, e em seguida, na Agência do Banco do Brasil (Av. Mário Jorge Menezes Vieira, n° 2978). Os dois são os patrocinadores oficiais da modalidade no Brasil e será uma grande forma de interagir com o público e com os funcionários. Logo mais, das 16h30 às 18h, a equipe fará o primeiro treino na cidade, no Instituto Federal de Sergipe.

Já na quarta-feira (26), a programação conta com uma visita ao projeto Tamar e ao núcleo do projeto MiniHand. Na sexta-feira, as atletas irão desfilar a nova coleção de uniformes da Asics para este ano. O grande evento será realizado no Hotel Mercure. As campeãs mundiais ficarão em Aracaju até o próximo domingo.

O Brasil ainda continua celebrando o título mundial da Seleção Feminina de Handebol, afinal, a conquista, além de inédita para a modalidade, ganha importância dobrada, já que o País vive um ciclo único, com os Jogos Olímpicos sendo disputados em casa. Depois do feito histórico na Sérvia, o grupo irá se reunir pela primeira vez praticamente completo em solo brasileiro, com exceção da atleta Amanda Andrade.

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A partir de segunda-feira (24), as campeãs iniciam uma fase de treinamento em Aracaju (SE), que vai até o dia 30. Em meio à preparação tática e técnica, as atletas irão participar de uma série de ações. A primeira delas será levar o troféu conquistado na Sérvia à sede da Confederação Brasileira de Handebol, que fica na capital sergipana. A visita está marcada para as 18h. Os treinos de quadra serão feitos no Instituto Federal de Sergipe e a preparação física na academia Paulo Bedeu.

A Seleção chegará a Aracaju nos voos Gol (G3 1350), com desembarque às 13h07, e Tam (3664), com desembarque às 13h53.

A equipe acabou de conquistar outra medalha de ouro, a dos Jogos Sul-Americanos, disputados no Chile no último fim de semana. Os próximos compromissos do ciclo são extremamente importantes. Em 2015, elas disputam os Jogos Pan-Americanos de Toronto e o próximo Mundial, em dezembro, na Dinamarca. Já em 2016, chega o desafio principal, que é buscar uma medalha nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Em Aracaju, o grupo contará com 15 das 16 campeãs mundiais, e mais quatro atletas que têm sido convocadas periodicamente pelo técnico Morten Soubak. A ausência é a da armadora Amanda Andrade, que não poderá estar presente.

Os treinamentos fazem parte do planejamento e serão uma grande oportunidade para que a equipe tenha contato com os fãs, que tanto apoiaram o grupo durante a campanha no Mundial. “Será ótimo. Iremos nos reunir pela primeira vez no País, após essa grande conquista. Foi muito emocionante para nós e queremos dividir isso com o público. Estaremos no Brasil, e ainda mais em Aracaju, que sempre abraçou a Seleção e nos prestigiou. Acho que poderemos sentir plenamente o calor humano do povo. Ficamos muito felizes em poder entregar oficialmente o troféu à Confederação Brasileira”, comentou a pivô Fabiana Diniz, a Dara, capitã da Seleção.

A atleta, uma das mais experientes do grupo, conta que este é um período muito importante, que tem como objetivo principal as Olimpíadas do Rio. “Agora nossa meta é pensar nos próximos desafios. Daremos sequência aos Jogos Sul-Americanos, com foco nos detalhes e em tudo que temos que melhorar para seguir em uma crescente. O título foi importantíssimo, mas temos que seguir em busca de novas conquistas. Temos que pensar no futuro e nos próximos desafios.”

Programação de treinos

Terça-feira (25)
15h às 16h – Academia
16h30 às 18h – Treino

Quarta-feira (26)
15h30 às 17h30 – Treino

Quinta-feira (27)
10h às 12h – Treino
16h30 às 18h30 – Treino

Sexta-feira (28)
9h às 10h30 – Academia

Sábado (29)
10h às 12h – Treino
16h30 às 18h30 – Treino

Seleção Brasileira Feminina

Goleiras – Bárbara Arenhart (Hypo Nö – Áustria), Jéssica Silva de Oliveira (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC) e Mayssa de Oliveira Pessoa (HK Dinamo Volgograd – Rússia).

Pontas – Alexandra Nascimento (Hypo Nö – Áustria), Fernanda França da Silv (Hypo Nö – Áustria), Mariana Costa (Team Vendsyssel – Dinamarca) e Samira Pereira da Silva Rocha (Mios Biganos Handball – França).

Centrais – Ana Paula Rodrigues Belo (Hypo Nö – Áustria), Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP), Francielle Gomes da Rocha (Hypo Nö – Áustria) e Mayara Fier de Moura (Blumenau/FURB-SC).

Pivôs – Daniela de Oliveira Piedade (Rokometni Klub Krim – Eslovênia), Elaine Gomes Barbosa (Assoc. Cult. E Esp. Força Atlética-GO) e Fabiana Carvalho Diniz (Hypo Nö – Áustria).

Armadoras – Deonise Fachinello Cavaleiro (Hypo Nö – Áustria), Eduarda Amorim (Gyory Audi Eto – Hungria), Karoline Helena de Souza (Team Tvis Holstebro – Dinamarca), Patricia Batista da Silva (Toulon – França) e Patrícia Diane de Jesus (Sel/Fadenp/São José dos Campos-SP).

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O Brasil comemorou mais um título no handebol feminino, neste sábado (15). Com uma vitória arrebatadora contra o Uruguai, por 39 a 13 (18 a 9 no primeiro tempo), nos Jogos Sul-Americanos do Chile, as atuais campeãs mundiais asseguraram o ouro. Como a equipe chegou até aqui empatada em número de pontos com a Argentina, na competição que foi disputada em sistema de pontos corridos, a diferença no saldo de gols iria decidir e as brasileiras fecharam o campeonato com 44 a mais. Além da medalha, o Brasil também assegurou uma das vagas para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá.
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Tranquila, a equipe entrou em cena hoje contra o Uruguai imprimindo um ataque preciso e uma defesa eficiente. Pouco a pouco, o placar começou a se expandir e foi praticamente impossível para as adversárias tentarem uma aproximação. No segundo tempo foi o momento de abrir ainda mais a vantagem e seguir administrando até o final. O técnico Morten Soubak apostou no elenco que garantiu o título mundial na Sérvia durante quase todo o tempo, com algumas entradas importantes de atletas que se juntaram ao grupo para este campeonato.

Morten comemorou a conquista e diz que o Brasil tirou importantes lições desta competição. “Hoje voltamos a jogar com o nosso estilo e tudo voltou a funcionar bem. A equipe está de parabéns pelo trabalho. Tivemos alguns momentos de altos e baixos nesse campeonato, mas foi muito importante para constatarmos que agora somos o alvo. Mesmo não tendo mais nenhum compromisso oficial este ano, em qualquer amistoso que façamos, vão nos estudar e querer muito ganhar de nós. É algo com que vamos ter que nos acostumar e aprender a lidar”, destacou Morten.
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Com a vaga assegurada para Toronto, em 2015, a Seleção entra novamente em um período de preparação, pois no próximo ano terá na agenda também o Pan-Americano de Handebol Feminino e o próximo Mundial, na Dinamarca. Além disso, segue com o maior objetivo, que é conquistar uma medalha olímpica, em 2016, no Rio de Janeiro. “Teremos um ano cheio em 2015 e muito importante para nos, pois vamos em busca de um bom resultado no Rio. Este ano não temos mais campeonatos, mas vamos seguir com a preparação para todos estes compromissos”, acrescentou o treinador.

A ponta direita Alexandra Nascimento também destacou o momento de aprendizado. “Devemos ressaltar a união do grupo até o final. No jogo contra a Argentina estávamos perdendo e não deixamos de buscar, até chegar ao empate. Essa força brasileira sempre esteve presente. Isso teve um gosto amargo, mas nos ajudou a parar, respirar e colocar o pé no chão, pois o Mundial já passou. Temos que continuar evoluindo. As Seleções, tanto daqui quanto da Europa, estão buscando a renovação e evolução. Temos que fazer o mesmo. Agora as outras nos estudam, assim como estudávamos as europeias antes do título. Isso significa que precisamos inovar e seguir aprendendo, como sempre.”

A Argentina fez um jogo equilibrado com o Chile e garantiu a vitória somente nos minutos finais, por 21 a 17. As ‘hermanas’ ficaram com a medalha de prata e as chilenas com o bronze.

Tabela – Feminino
(horário de Brasília)

Sexta-feira (7)
Paraguai 17 x 26 Argentina
Chile 27 x 33 Uruguai

Domingo (9)
Uruguai 24 x 32 Paraguai
Chile 22 x 36 Brasil

Terça-feira (11)
Argentina 25 x 15 Uruguai
Brasil 35 x 8 Paraguai

Quinta-feira (13)
Argentina 23 x 23 Brasil
Paraguai 17 x 28 Chile

Sábado (15)
Uruguai 13 x 39 Brasil
Chile 17 x 21 Argentina

A Seleção Feminina de Handebol, atual campeã mundial, fez um jogo bastante difícil contra a Argentina, nesta quinta-feira (13), que terminou empatado em 23 gols (11 a 15 no primeiro tempo a favor das argentinas). O resultado levou a decisão do título dos Jogos Sul-Americanos para a última rodada, marcada para este sábado (15), quando as brasileiras enfrentam as uruguaias, às 17h (horário de Brasília). A Argentina pega o Chile, na sequência.

Deborah Hannah, central

Deborah Hannah, central

Como o campeonato está sendo disputado com sistema de pontos corridos, não haverá final. Vence aquele que somar o maior número de pontos durante as cinco rodadas. Brasil e Argentina estão empatados com sete, até agora. Em caso de vitória dos dois no sábado (15), vale o saldo de gols. Por enquanto, o Brasil possui 22 a mais que a Argentina.

A vida das brasileiras não começou nada fácil. As argentinas chegaram com um ataque bem colocado, que furou a defesa do time nacional. Em compensação, o Brasil demorou um pouco para entrar no ritmo e cometeu vários erros de contra-ataque. As ‘hermanas’ seguiram com um ritmo forte e colocavam a bola na rede tanto pelo centro quanto pelas pontas. O Brasil aumentou o ritmo no final do primeiro tempo, mas terminou em desvantagem no placar. Na segunda parte, as brasileiras entraram em quadra precisando tirar a diferença e buscaram isso passo a passo. A defesa e o ataque melhoraram, fazendo com que o resultado ficasse igual. O Brasil teve ainda a chance de passar à frente, mas não conseguiu marcar.

Samira Rocha, ponta esquerda

Samira Rocha, ponta esquerda

O empate foi positivo, mas não o resultado esperado. Segundo o técnico Morten Soubak, esse é um sinal de alerta. “Tomamos um susto, não pela forma como a Argentina entrou, mas por não termos conseguido fazer o que tínhamos planejado. Tínhamos visto a vídeos e sabíamos do crescimento delas. É uma equipe totalmente diferente da qual nós jogamos contra no ano passado, em Mar del Plata, no Sul-Americano, e na República Dominicana, no Pan-Americano. Além disso, hoje elas queriam mostrar que não é só o Brasil que pode jogar bem”, comentou.

Para ele, a defesa falha do Brasil foi o que possibilitou esse jogo tão equilibrado. “No início elas abriram bastante e isso nos deu uma certa frustração porque não conseguíamos alcançar. Não fomos capazes de nos acertar nem defensivamente e nem atacando. Tomar 15 gols no primeiro tempo para nós não é normal. No segundo tomamos apenas oito. A nossa goleira Jéssica entrou muito bem. Fez uma bela partida. Somos conhecidos por uma defesa muito forte e hoje ela não funcionou. Melhoramos no final, mas o nosso ataque tem que melhorar muito não só para esta competição como também para as próximas.”

Muito além do placar, o jogo de hoje serviu como aprendizado, de acordo com a armadora Deonise. “Somos campeãs mundiais, mas não podemos jogar somente com o título. Primeiro, precisamos demonstrar dentro das quatro linhas porque fomos campeãs. Se não fizermos isso, acontece o que aconteceu hoje. Isso está muito claro na nossa cabeça, mas não conseguimos nos concentrar realmente para isso. Pensávamos que tudo iria sair naturalmente e não foi, porque elas sabem jogar. A partir do momento que você conquista um título, todo mundo te olha diferente e quer ganhar de você. A nossa lição foi saber que temos que prestar atenção e seguir trabalhando”, concluiu.

Tabela – Feminino
(horário de Brasília)

Sexta-feira (7)
Paraguai 17 x 26 Argentina
Chile 27 x 33 Uruguai

Domingo (9)
Uruguai 24 x 32 Paraguai
Chile 22 x 36 Brasil

Terça-feira (11)
Argentina 25 x 15 Uruguai
Brasil 35 x 8 Paraguai

Quinta-feira (13)
Argentina 23 x 23 Brasil
19h – Paraguai x Chile

Sábado (15)
17h – Uruguai x Brasil
19h Chile x Argentina

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